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julho, 2012
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Estilo Fashionista

Estilo

julho 31, 2012

Gisele para a vogue brasil - julho de 2012

São ávidas por novidade, adoram se produzir e sempre tem no seu armário TUDO que é lançamento de moda!!!

Criatividade e excentricidade não falta às mulheres que adotam este estilo. Exageros à parte as fashionistas são APAIXONADAS por moda e tem um olhar particular. São tão únicas na sua maneira de vestir que acabam se tornando referência de estilo.

A personagem de Sarah Jessica Parker no seriado Sex and the city, Carrie Bradshaw, virou ícone por sua maneira de vestir.

Inspiradoras.

 

Reparem na bolsa no formato da Torre Eiffel. Irreverência também é uma característica deste estilo.

 

Na vida real, fashionista assumida,  Anna Dello Russo, editora da Vogue Japão é uma das mulheres mais fotografadas em aparições públicas. O estilo dela é inconfundível.

 

 

Aqui ao meu ver ela exagerou, tem pele demais à mostra. Deselegante, mas em LINDOS sapatos.

 

Meninas, cuidado. A fashionista corre um sério risco de parecer mal vestida se não souber enxergar cuidadosamente o limite do sim e do não.

Beijos.

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Entenda o seu tipo físico:

1. tipo físico ideal

2. tipo físico triângulo

3. tipo físico triângulo invertido

4. tipo físico redondo ou oval

5. tipo físico retangular

6. tipo físico ampulheta

7. tipo físico diamante

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Vaidade Olímpica

beleza

julho 31, 2012

Darya Klishina - atleta russa do salto em distância

Eu sou fã dos jogos olímpicos. Quando mais nova, sonhava em jogar pela seleção brasileira de vôlei. Não deu. Hoje mais madura, sei que o meu fascínio pelos jogos além do esporte é a oportunidade de encontro de nações e culturas do mundo todo.

Quando assisto às disputas, fico de olho em tudo mas principalmente no visual: corpos, uniformes e aparência.

Cá entre nós, atletas não estão entre as pessoas mais vaidosas. Geralmente, passam a maior parte do seu tempo usando uniformes que escondem sua ótima forma física, tem um andar desengonçado e no que se refere as mulheres, a maquiagem fica esquecida. Esportes como o tênis, o golfe, a ginástica olímpica, o nado sincronizado e o hipismo são mais elegantes neste quesito, mas fora estes, a regra é mais ou menos a mesma.

Alguns vão dizer que vaidade no esporte não é importante. Eu iria que de fato não é o que traz medalhas, mas se pudermos ver uma bela mulher ou um homem vaidoso (a lá David Beckham) por trás de um uniforme de atleta melhor, não é mesmo?

Assistindo a partida de estréia do brasil no vôlei, me surpreendi com a seleção da Turquia ao ver jogadoras de olhos bem pretos, sombra, blush e unhas vermelhas. Lindo de ver. Mulheres vitoriosas, afinal já chegaram às olimpíadas, e que não deixaram de lado toda sua feminilidade.

Suor não é desculpa, as maquiagens a prova d’água resistem a ele. Para a natação eu dou um desconto por conta do óculos, mas se eu fosse nadadora certamente daria um jeito.

Esportismo também é profissão, assim como advocacia, consultoria de moda, medicina. Se podemos ser vaidosas nestas profissões, porque não no esporte? Além disso, neste último, o capital erótico é compensado com gordas campanhas publicitárias.

 

Maria Sharapova

 

Jaqueline musa do vôlei brasileiro e Gisele para Pantene

 

Beijos.

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Capital erótico: critério de desempate em entrevista de emprego

Consultoria de Moda

julho 30, 2012

 

Um dos elementos do capital erótico, o visual desempenha importantíssimo papel no campo profissional. O visual compreende a maneira como você se arruma: as roupas que veste, o seu cabelo, o seu perfume, a sua higiene, no caso das mulheres a maquiagem também.

Você não terá a chance de uma primeira impressão novamente, então invista o que puder para que o seu visual jogue a seu favor. A maneira como você se apresenta visualmente é uma forte aliada para você conseguir um emprego, manter um emprego, ter um aumento, mudar de cargo.

Competência, experiência e inteligência são pré-requisitos para o emprego ao qual você se candidatou e ainda são os maiores trunfos. Caso contrário, você não passaria nem na seleção dos currículos. No entanto, não subestime o seu visual ele também está sendo avaliado e pode fazer você conseguir ou perder a vaga desejada.

Em uma pesquisa de 3.000 gerentes, 43% admitiram terem sido promovidos ou conseguido um aumente em razão do seu visual, e 20% admitiram ter dispensado alguém por este motivo.

Profissionais com bom visual são sempre lembrados e bem recomendados e não sou eu quem digo, é comprovado. Os consultores de Recursos Humanos sabem disso. Vestir-se bem é também uma maneira de exibir o que está no seu curriculum, mostre toda sua qualidade e cuidado. O desleixo ao se vestir pode passar (e passa)  uma imagem negativa sobre a execução do seu trabalho.

Então, como se apresentar para uma entrevista de emprego???

Não há uma opinião unânime a este respeito entre os consultores de moda e estilo e ao meu ver nem poderia ter. Áreas diferentes tem códigos diferentes de apreciação e depreciação. Então, vou partir para o que NÃO SE DEVE USAR…

Mulheres:

- roupas com apelo sensual: decotes, roupas muito justas, saias curtas, transparências, sutiã aparecendo

- unhas longas demais e descascadas

- cabelos desarrumados ou sujos

- cabelos por tingir

- sapatos muito abertos: se estiver muito calor, um peep toe discreto é aceitável.

- jóias ou bijuterias muito grandes ou barulhentos

- maquiagem pesada

- jeans com lavagem (cuidado, o jeans pode ser usado em entrevistas apenas em ambientes de trabalho descontraídos: agências de publicidade, por exemplo)

 

Homens

- roupas mal-passadas ou sujas

- sapatos mal engraxados ou tênis rasgados

- roupas desbotadas ou puídas

- gravatas muito chamativas

- camisas de maga curta

- jeans ( a não ser em ambientes muito informais). Evite o rasgado e com lavagens. Prefira cor escura

- ternos de linho ( a não ser que esteja claro que é permitido ou se seu chefe usar). O linho tem um ar mais informal e amassa demais, o que faz você parecer desleixo puro.

- camisa polo colorida ou com dizeres. É melhor usar uma lisa que possa ser combinada com um jeans de lavagem escura e se necessário um blazer.

- barba por fazer: se tiver deixe-a sempre alinhada e aparada. Se não usar, o rosto precisa estar sempre muito bem afeitado.

- unhas compridas ou sujas: mantenha as unhas sempre bem aparadas

 

Perfume: homens e mulheres devem evitar perfumes doces e fortes. Impor seu cheiro aos demais é bem desagradável {leia mais}.

Estas dicas servem também para o seu dia-a-dia no ambiente do trabalho. Evite exageros sempre a não ser que você esteja em posição de chefia. Neste cargos, há mais tolerância principalmente no caso de donos de empresa.

Procure vestir-se com roupas atuais se estiver indo para uma entrevista de emprego. Isso mostra que você se atualiza. Se precisar de ajuda procure um consultor de moda.

Beijos.

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Sobre Consultoria de Moda:

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O drama do dinheiro por Frederico Mattos

Comportamento

julho 29, 2012

Imagine uma pessoa que acaba de ganhar na mega-sena, imediatamente ela sofre um choque paradoxal, sua vida de milionária a levará a patamares nunca antes imaginados por uma pessoa de classe média ou baixa e exatamente por essa mudança súbita ela acaba se sentindo culpada por ter crescido financeiramente.

O fato desagradável é, o brasileiro se sente muito culpado quando cresce em algum sentido, principalmente financeiramente. Mesmo aqueles que dizem adorar o dinheiro trazem esse peso subliminar.

Quando conquistam um bem material muitas pessoas escondem sua vitória por medo de inveja. Explico esse fenômeno, na realidade ela própria inveja pessoas que conquistam bens que ainda estão fora de seu alcance, e quando é a vez dela de “subir na vida” acaba projetando nos outros a inveja que ela própria sentiria na situação deles. Os temerosos de inveja são os mais invejosos. Quem está em paz com o que conquista também não se importuna com a felicidade alheia.

 

O passado que não superamos

 

Somos uma nação filha da escravidão, esquecemos que em 1889 ainda haviam escravos andando entre nós (menos de 123 anos) tratados como objeto de uso, confundidos com uma maçaneta por pessoas que tinham dinheiro. Temos um ressentimento histórico com pessoas ricas, afinal, confundimos riqueza com presunção, esnobismo, superficialidade e crueldade.

Os vilões dos filmes e novelas são sempre pessoas com dinheiro ou que querem alcançar esse lugar de destaque custe o que custar. Essa imaginação sem base de realidade leva a maior parte das pessoas a dois lugares nada confortáveis.

O primeiro é uma busca por riqueza negando a si mesmo o aspecto humano, pois pensar nisso seria assinar um atestado de maldade. Quando a pessoa atinge essa riqueza começa a atuar numa encenação de novela das 9. O novo rico é prova disso, como não tem uma tradição familiar (que considera o dinheiro como parte natural da vida) ele age artificialmente e adota comportamentos clichês e falsamente “espontâneos”. Compra uma cobertura num bairro emergente e mal sabe usufruir daquilo que conquistou. Não confessa a ninguém, mas se sente isolado e culpado por ter enriquecido. Secretamente sente como se tivesse traído suas origens e acaba tendo surtos de humanitarismos socorrendo algum ente querido para aplacar essa disparidade. Como o jogador de futebol Adriano que precisou voltar para a favela que cresceu para se sentir com méritos renovados.

O segundo lugar é o da maioria que olha de canto de olho para a riqueza e finge desprendimento quanto ao dinheiro. Ninguém precisa ser milionário, mas acho que esse frugalista de araque associa o ganho material exorbitante com artificialidade e arrogância. Como não tem coragem para empreender algo que o tire do falso conforto da classe média ele briga constantemente com seu dinheiro. Ele passa muitas fases apertadas e de escassez praguejando sua má sorte (vício de atribuir o fracasso aos outros) alternando com surtos de gastos que o endividam e complicam seu bolso. Vive numa bola de neve financeira que sempre dá a ele a certeza de que dinheiro é um negócio perigoso (nega que é ele quem gerencia). Ele não admite que sente um desdém secreto pelo dinheiro, como se ele não fosse bom ou trouxesse felicidade, mas também se sente culpado de ter ambição. Essa pessoa vive ciclos de prosperidade e derrocada e se boicota financeiramente de tempos em tempos para não se permitir avançar.

 

Os espertos

 

Muitos assumem o pensamento mágico de João em busca dos feijões encantados. Nessa fabula bastaria encontrar as sementes enfeitiçadas, lançá-las em qualquer chão estéril e aguardar a madrugada revelar o caminho da bem-aventurança. Essa fantasia de enriquecimento fácil é uma forma de ultrapassar a culpa inconsciente por ambicionar a riqueza por esforço próprio e se admitir tão “porco capitalista” quanto qualquer milionário que tanto gosta de julgar.

Se perguntar para qualquer um se quer ser milionário ouvirá a resposta em forma de pergunta (para fugir do conflito) “quem não quer?”. Ele não pode assumir para si mesmo sem ter um desapontamento consigo que quer ter muito dinheiro e se distinguir da chamada “massa”.

No Brasil é vergonhoso ser bonito, inteligente, bem sucedido, famoso, rico e carismático além da média. Nutrimos admiração misturada com desprezo invejoso dos artistas. Se eles tem sucesso nós aplaudimos com certo desgosto (com o pensamento típico do invejoso: “o mundo dá voltas”) e se eles tropeçam adoramos apontar e dizer “esse é destino de gente rica, no fundo são infelizes”. Notem como amaldiçoamos os bem-sucedidos limpando o veneno do canto da boca ao ver um gigante cair.

Em nosso imaginário oculto, achamos que para uma pessoa crescer alguém tem que cair, portanto, para avançar na vida e ter sucesso profissional carregamos uma culpa religiosa de alguém que vende a alma ao diabo. No conto do “João e o pé-de-feijão” ele precisa reaver a galinha dos ovos de ouro que o gigante maldoso havia roubado de alguém. Na mente que cultiva miséria como virtude nunca existe espaço para todos, portanto, se alguém está no topo alguém precisa ser obviamente excluído.

Quando alguém é confrontado com sua riqueza logo se ouve um adendo “mas eu vim de família humilde”. Essa mitologia da origem pobre parece aplacar a dor de ter se destacado dos demais. Sem sofrimento não admitimos que alguém possa ser feliz, pois associamos um crescimento digno a muita dor. Isso nos conforta quando temos que acordar cedo e pegar condução lotada, afinal essa é a trilha dos bem-sucedidos. Ninguém admite que desmerece quem cresce sem grandes dramas ou sacrifícios.

 

O valor do dinheiro

 

Isso leva a consequências trágicas quanto ao dinheiro, não damos o real valor que ele tem. Não ganhamos, não pagamos e não investimos à nosso favor e dos outros. Nossa mania de pechinchar denuncia essa inconformação com o valor das coisas. Qual o problema do outro ganhar dinheiro com o trabalho que faz e ter uma boa gordura em sua margem de lucro? Essa barganha aparentemente prodigiosa dos espertalhões nos negócios revela um fundo de nossa recusa a pagar justamente pelo trabalho do outro, “você não merece tanto pelo que cobra, então se rebaixe no mesmo patamar da minha miséria”. Não pagamos o que o outro justamente cobra e saímos com o desconto, mas na hora de cobrar pelo nosso trabalho também não temos firmeza. Os assalariados não conseguem pedir aumento por um motivo simples, eles não gostam de pagar por nada que os outros fazem, acham que todos deveriam fazer tudo de boa vontade como se tempo não significasse dinheiro (já que isso é coisas dos americanos interesseiros). Ou seja, como não querem pagar justamente pelo trabalho do outro não se sentem dignos de pleitear um ganho mais justo.

Se um bom trabalho é feito de graça todos querem, mas não valorizam. Se é pago valorizam, mas chiam com o preço e desistem. Temos o mal hábito de nivelar tudo por baixo. O mão-de-vaca, ainda que rico, vive tão miserável quanto o gastão, pois não quer pagar por nada e sempre solta piadinhas sem graça do tipo “essa é de graça, né?”

Eu olho com admiração quando uma pessoa busca a terapia e paga por isso, afinal é um investimento que ela faz para seu crescimento (poderia ser qualquer tratamento). Perceber que o crescimento tem um preço monetário obriga a própria pessoa a reconhecer no seu próprio trabalho um valor especial. Já ouvi de muita gente, “mas você cobra pra ajudar os outros?”.

Quem quer algo de verdade arranja um jeito de pagar por aquilo.

 

Medo de crescer

 

Já reparou na sua careta de ressentimento quando fala “que chique”? Eu traduzo como “não tenho coragem de trabalhar duro, superar meu medo do fracasso, sou conformista disfarçado de altruísta, prego uma simplicidade voluntária (que de voluntária não tem nada) e desdenho quem tem coragem de cuidar de si mesmo, empreender pra valer e digo ‘que chique’ como se o outro não tivesse feito nenhum esforço”. Se vestir bem, buscar coisas boas e ter férias merecidas é resultado de trabalho pessoal e não de feijões mágicos.

Se você tem dinheiro analise se não carrega uma culpa social do tipo que se sente em dívida com o resto das pessoas. Talvez se sinta constrangido em comprar uma roupa de marca, um carro bonito ou usufruir de uma comida diferenciada.

Se você não tem dinheiro perceba quanto de raiva carrega dos ricos e do dinheiro e o quanto isso afeta sua vida financeira.

Lembre que dinheiro é um passaporte que abre caminhos, ele em si não cria anjos e nem demônios, apenas os evidencia.

Antes de dizer que não liga para o dinheiro ganhe o suficiente para afirmar isso com categoria. É fácil dizer que não precisa de conforto financeiro quando não se tem nada.

O dinheiro agrega poder à uma pessoa, e é disso que todos temos medo. Será que o poder nos daria acesso a fazer aquilo que ocultamos na fina camada de nosso moralismo?

Eu garanto, se você tem medo do poder provavelmente já está possuído por essa ansia de dominância. Para os que estão em paz com o poder que o dinheiro exerce ganhar ou pagar não assusta, incomoda ou causa culpa. Crescer dá trabalho, sustentar a grandeza também.

O que quero dizer não é que você deva necessariamente enriquecer, mas que o dinheiro, que faz parte da vida de todos nós, é também um aspecto natural e poderia ser mais uma fonte de alegria e não de aflição.

Ps: Porque escrevi isso num blog de moda? A moda padece do mesmo preconceito que os ricos, afinal é coisa de gente chique não é?

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Consumo consciente

Edite seu guarda-roupa 1; limpe seu guarda-roupa

Edite seu guarda-roupa 2: o que eu tenho

Edite seu guarda-roupa 3: o que eu preciso

Edite seu guarda-roupa 4: o que eu quero 

Consultoria de Moda

Como guardar as suas peças

Cabides

Como guardar suas roupas

Como guardar suas roupas: fotos

Como guardar seus sapatos

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Outro alvo de preconceito que temos: a beleza

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Saudade por Mariza Cordeiro

História

julho 28, 2012

Em alguma outra vida, devemos ter feito algo muito grave,

Para sentirmos tanta saudade…

Trancar o dedo numa porta dói.

Bater com o queixo no chão dói.

Torcer o tornozelo dói.

Um tapa, um soco, um pontapé, doem.

Dói bater a cabeça na quina da mesa.

Dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.

Mas o que mais dói é a saudade.

Saudade de um irmão que mora longe,

Saudade de uma cachoeira na infância,

Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.

Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu,

Saudade de uma cidade,

Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.

Doem estas saudades todas.

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.

Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida.

Você podia ficar no quartro e ela na sala, sem se verem , mas sabiam-se lá.

Você podia ir para o dentista e ela pra faculdade, mas sabiam-se onde.

Você podia ficar o dia sem vê-la, e ela sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.

Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,

Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Saudade é basicamente não saber.

Não saber mais se ela continua fungando num ambiente frio.

Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.

Não saber se ela ainda usa aquela saia.

Não saber se ele foi à consulta com a dermatologista como prometeu.

Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre culpada.

Se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na internet,

A encontrar a página do Díário Oficial , se ela aprendeu a estacionar entre dois carros,

Se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua detestando MC Donalds,

Se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.

Saudade é não saber mesmo!

Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos,

Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento.

Não saber como frear as lágrimas diante de uma música,

Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

É não saber se ela está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso…

É não querer saber se ele está mais magro, se ela esta mais bela.

Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer.

Saudade é isso que eu estive sentindo enquanto escrevia.

É o que você provavelmente estará sentindo depois que acabar de ler.

Autor: Miguel Falabela.

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Mais para refletir:

Imaginação

Como se faz durar um amor

Milho de pipoca por Mariza Cordeiro

Como reagimos às adversidades por Mariza Cordeiro

Dia de faxina por Mariza Cordeiro

 

Mais para se descobrir:

1. tipo físico ideal

2. tipo físico triângulo

3. tipo físico triângulo invertido

4. tipo físico redondo ou oval

5. tipo físico retangular

Seja sua própria musa

Como ser a sua própria musa

 

Capital erótico

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