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Como adaptar 1 look a 3 ocasiões

Acessórios, autoestima, Consultoria de Moda

março 3, 2017

Saber o que usar em cada ocasião e lugar é uma das duvidas mais comuns que surgem em grupos de amigas, entre familiares, clientes de consultoria. Eu já tive e aposto que você também.

Para dificultar, a vida moderna é tão corrida que fica difícil parar para pensar nisso né. Aí, a gente acaba acumulando frustração, se sentindo impotente porque afinal de contas a gente deveria saber se vestir (não e verdade, é uma habilidade que se adquire e se aprimora). Algumas acabam gastando mais e mais dinheiro, acumulando peças em um guarda-roupa que já está cheio e “sem nada para vestir” e outras se sentem desestimuladas a ponto de achar que se vestir bem (e se sentir bem por isso) e bobagem e desistem de tentar.

O blog, o insta, o facebook vieram da minha vontade de compartilhar com vocês tudo que eu aprendi e que tem ajudado muitas mulheres a se sentirem mais confiantes com o guarda-roupa, o corpo, sua imagem e presença (Finja até que você se torne – Parte 1). E é possível aprender. Tem que se estudar para se conhecer, treinar, experimentar e então se apropriar de todo este conhecimento e transbordar autoconfiança. É disso que este blog trata e as roupas são as ferramentas que vão levar sua autoestima lá no alto, onde você merece que ela esteja. Vamos trabalhar?

Como eu disse no início, saber o que vestir em cada lugar e para cada função que temos é um desafio. Então, para inspirar vocês a aproveitar o máximo do guarda-roupa e adaptar um mesmo look a situações diferentes, eu criei 3 propostas diferentes partindo da mesma base. Eu pensei em 3 looks partindo da mesma base: a saia midi azul e o top de renda branco.

O comprimento midi gera muita insegurança né. Eu mesma tinha uma certa desconfiança em relação a ela. E tudo isso vai desaparecendo conforme a gente treina o olhar, vai fazendo tentativas e experimentando em frente ao espelho. É um modelo ótimo para o trabalho, por exemplo. Tem sempre um ar de seriedade e também de sofisticação, tipo dama mesmo. TODAS as mulheres podem usar. Qualquer tipo físico. É só adaptar cores, cortes e texturas. Não se prenda as imagens que revistas trazem de mulheres magérrimas e altas apenas.

Por exemplo:

- mulheres muito magras podem usar uma midi bem clarinha e com volume que pode ser do forro, babado, plissado.

- mulheres de quadril grande podem optar por modelos evasês em cores escuras, aqueles que abrem na parte debaixo.

- mulheres baixas podem usa-las com salto no mesmo tom da pele para criar uma linha única e alongar. Algo parecido com o salto da segunda foto.

Mais uma coisinha, quem tem vontade de usar tops cropped, a saia midi é ótima porque ela é mais alta na cintura, e compensa a “falta de pano”dos tops cropped.

Se você ficar com a sensação de achatamento com a saia midi, opte por calçados com abertura, tiras finas, tons iguais ao da saia (ou muito próximos ou o mesmo tom da sua pele. E a blusa pode ser mais aberta, mostrando o colo ou as costas. Prender os cabelos também ajuda a alongar.

 

Look 1: casual. Reparem que tudo aqui é bem leve. o calcado, o tom da bolsa, as jóias são bem delicadas e pequenas. É uma opção para o dia ou uma noite de verão para um compromisso também casual.

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Look 2: trabalho. Este se adapta bem ao ambiente mais formal, com o cardigan fechando os ombros e o salto dando mais elegância e seriedade. Mantive as jóias pequenas e leves. A bolsa também é a mesma. Para quem não quer usar salto, uma sapatilha metalizada de bico fino ficaria incrível. Neste caso, lembre-se de deixar o peito do pé bem a mostra para não se sentir achatada.

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Look 3: Noite. A este eu acrescentei acessórios pretos, brilhosos e grandes porque a noite pede mais glamour né. A sandália é de verniz, a bolsa foi substituída por uma carteira, o colar que estava ali só para dar um ponto de luz foi trocado por um maxicolar que rouba a cena. Os anéis pequenos também foram substituídos por outros que cobrem mais os dedos.

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Uma foto mais de pertinho para mostrar o colar. Ah, e aqui vale caprichar na maquiagem também com um olho bem preto, sombra, batom. Enfim, tudo que você gosta ;-) .

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Entra lá no seu guarda-roupa. É quase certo que você irá conseguir fazer algo bem parecido ou então se dar conta de que precisa de um acessório ou outro para deixar seu guarda-roupa mais flexível.

Espero que tenham gostado.
Se tiverem ideias de posts e videos, me mandem no [email protected] tá bom?

Beijos.

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Quer saber mais sobre guarda-roupa flexível??

Textos:

Edite seu guarda-roupa 1; limpe seu guarda-roupa

Edite seu guarda-roupa 2: o que eu tenho

Edite seu guarda-roupa 3: o que eu preciso

Edite seu guarda-roupa 4: o que eu quero 

Resgate-se pela moda

Seja sua própria musa

Como ser a sua própria musa

Estilo

 

Em vídeo:

Como ter um guarda-roupa versátil

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gravidez

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Guarda-roupa na gravidez

autoestima, Consultoria de Moda

março 2, 2017

 

Gente, segundo post da serie Gravidez. Este para falar de como adaptei meu guarda-roupa às mudanças do corpo. Foi um aprendizado e um exercício de criatividade. É possível passar a gravidez mantendo seu estilo e estando super confortável. E o objetivo deste post é mostrar isso a vocês com base na minha experiência.

A barriga cresce de baixo para cima,  então, a primeira coisa que a gente perde são as calças. Eu vi isso acontecer já no segundo mês.

Algumas das minhas calças que eram super confortáveis começaram a incomodar bastante na cintura e do meio para o final da gravidez, o quadril também cresce. E não tem coisa mais chata que roupa pegando né? Eu sempre digo que roupa que lembra a gente que está sendo usada, não serve. Incomoda demais. Roupa precisa ser confortável.

Outra parte do corpo que cresceu rápido foram os seios. Talvez até mesmo antes da barriga. Então, pouco a pouco, blusas e vestidos mais justos no peito passaram a não servir também.

Além de apertadas, as blusas assim como os vestidos, ficam mais curtos por causa da barriga.

Semana após semana, mais peças de roupa iam sendo “aposentadas” temporariamente.

Eu tinha algumas saídas:

- usar “roupa de grávida”: calças com elástico, peças de malha com elastano; esta é uma opção confortável e é possível ser estilosa também se você adaptar algumas peças do seu guarda-roupa;

- comprar peças novas em tamanho maior; uma ou outra peça, faz sentido mesmo porque depois que o bebe nasce ainda levam um bom tempo para voltar ao nosso número pré-gravidez; Estes dois vestidos e a calça de couro eu comprei no. 42. O meu número é 40.

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- comprar peças mais amplas ou com elastano que acomodassem a barriga por mais tempo; Comprei 5 vestidos, no meu número mesmo. E também um macacão curto de malha. Usei muito estas peças.

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Vestido de fundo laranja com estampa azul – foto espelho

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E aí, veio a mente uma quarta possibilidade: reformar algumas peças. Voilà!!

A reforma é um jeito de renovar o guarda-roupa aproveitando peças que você adora e sem ter que investir muito dinheiro.

No meu caso, sou apaixonada por sedas e couro.

A seda por toda sofisticação, leveza, frescor e fluidez que este tecido tem. Particularmente os vestidos.

O couro porque acho moderno, versátil, o toque é macio na pele e é democrático. Dá para montar visuais completamente diferentes explorando a mesma peça. Pode ser mais rocker ou mais delicado. Dá para usar com seda e sofisticar ou com malha e deixar mais cool, jovem, fresco.

Quem me segue sabe que amo vestidos fluidos, curtos e longos. E já vinha notando que os meus vestido curtos estavam mais curtos do que eu gostaria que eles fossem para que eu pudesse transitar pelos meus dois universos de trabalho: de um lado, a vida de empresária do ramo médico (que impõe um visual mais fechado, formal) e o trabalho com moda, particularmente com consultoria que me permite ousar mais.

Diante disso, da gravidez e de ter conhecido a Dani, que é dona do atelier  Santa Costura e faz a reforma de roupas de um monte de loja bem legal, resolvi discutir com ela algumas possibilidades para peças que eu queria modificar. Achar uma boa costureira ou uma boa oficina é fundamental.

A primeira reunião foi para eu apresentar a ela as peças que eu queria modificar, o que eu imaginava para elas e ouvir dela outras sugestões e o que, de fato, era possível para aquelas peças; gente a Dani vem em casa fazer isso. Prático né?

Depois de decidirmos o que fazer, a Dani saiu a procura dos tecidos e marcarmos uma segunda reunião para ela apresentar o resultado preliminar ou definitivo;

O que eu aprovei já ficou (e o Sta. costura é super ágil para entregar as peça. Normalmente em 1 semana até 15 dias). O que precisou de mais alguma mudança voltou e foi refeito.

A Dani costuma dizer que eu nunca dou trabalho fácil a ela. Normalmente, as peças que quero reformar exigem ajustes na cintura, nos braços, reduzir ombro, procurar tecidos da mesma tonalidade. Enfim, nunca uma simples barra ou ajuste na cintura.

E é verdade. E o que me chamou mais atenção, é que eles conseguem resolver.

Vamos às peças:

- foram 3 vestidos para alongar. Todos eles ganharam 11 centímetros.

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Como ele tem renda na gola e nas mangas, decidimos que uma faixa de renda seria adicionada à barra. Não ficou incrível??

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Neste mexemos em duas partes. O decote que era de renda vazada ganhou um forro já que o peito cresceu muito e ficou mais evidente.
E adicionamos esta faixa preta na altura do quadril.

 

- 1 calca de couro ecológico para reformar o interno da coxa que estava desgastado. Uma tira de couro foi adicionada de cada lado. Esta calça tem stretch e elástico na cintura. Usei praticamente a gravidez toda, exceto de dezembro em diante quando o calor começou.

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- amo tanto este jeans que ele não poderia ficar de fora das peças reformadas. Uma tira de um jeans de tom bem próximo foi aficionada dos dois lados da cintura até o quadril (porque o quadril aumenta também).

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- 1 calça de couro para colocar elástico e acompanhar o crescimento da Nina. É a mesma que eu comprei um número maior e postei ali em cima. Mesmo sendo 42, precisamos colocar elástico.

- 1 calça de seda para colocar elástico. Este conjuntinho pijama é tão gostoso que achei que valia a pena investir na reforma. Na blusa não precisei mexer. Só a calça ganhou uam tira de elástico branco em cada lateral indo também da cintura ao quadril. Usei muito.

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- 1 shorts de couro para colocar elástico. Como o shorts é amarelo, ele ganhou elástico amarelo da cintura até o quadril também.

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O valor depende do tempo de trabalho das costureiras em casa peça então, o atelier só consegue dar uma estimativa uma vez que as peças estão lá. Aí, você pode aprovar ou não o orçamento.

O preço incluiu o deslocamento da Dani até a minha casa para marcar as peças, as dicas que ela dá de reforma e a entrega em casa pela própria Dani para provar e ver se precisa ajustar mais alguma coisa.

Eu achei que valeu demais!!! Aproveitei algumas das minhas peças favoritas até bem o finalzinho da gravidez com conforto, mantendo meu estilo, a elegância e deixando a Nina crescer :-)

É isso gente, espero que seja útil a vocês. Beijos.

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Tem mais um monte de posts bem legais, não pare de ler não.

Como o guarda-roupa ajuda a construir sucesso

Como você pode transformar a sua vida pelo guarda-roupa

Não existe tipo físico ideal, existe o seu

A sua verdade é imbatível 

A imagem também é um patrimônio

Seja sua própria musa

 

Ah, aproveita para conhecer o meu canal do youtube e se inscrever para receber os vídeos em primeira mão:

Como montar um guarda-roupa gastando pouco

Como ter um guarda-roupa versátil

Arara da Semana

Como sair do básico

Looks monocromáticos

Como usar calça branca

 

Beijos.

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Minha gravidez – serie de 3 posts

autoestima, Comportamento, Confissões

fevereiro 20, 2017

A imagem pode conter: 1 pessoa, sentado e atividades ao ar livre

À direita com 20 semanas e à esquerda com 34 semanas.

 

Gente, fazia tempo que não escrevia aqui no blog né. Tenho usado muito o insta porque é mais rápido, prático. Me sigam lá para não perderem nada, tá. Não vou nem prometer que voltarei a postar textos porque agora com a maternidade, o tempo ficou ainda mais curto. O que eu posso dizer é que além deste, estou escrevendo outros dois textos. :-)

- Guarda-roupa na gravidez: como adaptei as minhas peças e mantive meu estilo e elegância;

- Guarda-roupa na amamentação: o que dá e o que não dá para usar – nem só de camisas vive uma mãe;

Então vamos lá.

A primeira coisa que eu tenho que confessar: eu morria de medo de engravidar. Quanto mais eu pensava sobre o assunto, quanto mais eu lia, menos eu tinha vontade de passar pelo processo. O livro que escolhi para ler se chama: A Bíblia da gravidez” é tão detalhado que eu cheguei à conclusão de que TUDO pode acontecer na gravidez. Então, parei de ler. Mesmo porque cada mulher é uma, cada gravidez se desenvolve de um jeito.

Eu tentei ser o mais honesta possível no meu relato porque há muito idealismo acerca de gravidez e maternidade e eu acho que a gente precisa ter consciência do processo para poder lidar com ele da melhor maneira, poder falar abertamente das encanações, dos medos e ainda assim decidir ir adiante na decisão de engravidar (ou não). Seu corpo, suas escolhas.

As minhas aflições:

- o meu corpo ia mudar. Eu sempre fui encanada com o tamanho de meu quadril e me imaginei ficando enorme. Mesmo. O obstetra me dizia que não, que a minha estrutura era longilínea. Eu duvidei disso todos os dias da gravidez; E, de fato, não fiquei grande como imaginava. Foram 10 kilos em 37 semanas. Acho que chegaria fácil a 12 -13 se a gravidez tivesse ido até as 40 semanas. Ok para a minha estrutura corporal.

- estrias na barriga. Isso me apavorava. Todo mundo tem uma parte do corpo que gosta mais né. Eu gosto da minha barriga e imaginá-la com estrias me deixava triste. Não tive. Tinha certeza que isso iria acontecer. Minha dermato dizia que não porque eu tenho o hábito de hidratar a pele há muito tempo. este é um dos segredos. manter a pele sempre bem hidratada. Durante a gravidez, intensifiquei a hidratação. Fui alternando três produtos:

1. Óleo Johnson’s puro. Uso no banho há muitos anos e mantive durante a gravidez.

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2. Hidratante concentrado de leite da L’occitane. Este hidratante é o melhor que eu já usei. E olha que já provei muitos. Hidrata sem deixar a pele melecada. A pele fica levemente brilhosa e macia demais. É bem caro mas se você puder comprar, vale cada real pago.

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3. Mustela Maternité – prevenção de estrias. Segundo o fabricante, este creme, além de aumentar a resistência contra o surgimento das estrias, hidrata e nutre profundamente a pele. Pode ser usado também durante a amamentação. Ele é bem meladinho, mas ótimo mesmo. Não é o meu favorito por conta do cheiro.

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- minha pele poderia manchar. Todas as mulheres correm este risco. No meu caso, os três primeiros meses foram tensos. A pele ficou oleosa, tive bastante espinha e a pele manchou um pouco sim. Fiz tratamento com luz pulsada que era a única coisa que a dermato recomendava com segurança e as manchinhas foram amenizando. Super reforcei o uso de protetor solar. Uso este com cor da Vichy. Deixa a pele bem iluminada. Adoro. O cabelo ficou oleoso também e fui testando alguns shampoos. O que melhor funcionou foi o Bain Satin 1 da Kerastase.

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- cada semana que passava, eu perdia uma peça de roupa. Ficou bem mais difícil preparar a arara da semana ( tem vídeo também) porque não sabia o que ia servir ou não. Além da barriga, os peitos aumentaram também. Vou falar mais sobre isso no 2o post da serie. Gravidez e o guarda-roupa.

- não tive enjoo mas tive muito mal-estar até a 12a semana. Muito, muito, muito sono, cansaço, desânimo, mau-humor. Cheguei a achar que estava com depressão, mas era só gravidez mesmo. Ufa!!

- da 12a semana em diante, tudo lindo. Bem-estar, pelo e cabelos de volta ao normal, muita energia. Voltei a fazer atividade física. Este bem estar todo durou até a 30a, 31a semana.

- finalzinho de gravidez: cansaço, mais falta de ar, sensação de bexiga cheia o tempo todo, barriga dura, dificuldade para dormir (tive momentos de insônia a gravidez toda), dificuldade para levantar da cama. Atividade física mais restrita.

Na 35a semana descobrimos que a Nina estava com restrição de crescimento. Isso significa que a nutrição dela estava comprometida. A placenta não estava dando conta. A parte respiratória estava perfeita, mas o alimento não estava chegando na quantidade ideal. Ficamos bastante preocupados e chateados. Tivemos que monitorar mais de perto com ultrassom 2x na semana e obstetra semanalmente.

No comecinho da 36a semana, tive um pico de pressão alta 18 por 11 e soubemos que a causa da restrição de crescimento se devia justamente por causa da hipertensão gestacional. O liquido amniótico já tinha baixado bem e a Nina que estava prevista para 30/01 poderia antecipar umas duas semanas. Semana difícil. Tive que tomar remédio para pressão, fazer repouso, me afastar do trabalho, comer muita proteína e medir a pressão algumas vezes ao dia.

Como ela estava ainda com cerca de 2.100, tentaríamos segurar mais duas semanas para tentar que ela chegasse a 2.5kg.

Não deu. No dia 09/01 fui fazer todos os exames de monitoramento (ultrassom com doppler, cardiotoque, sangue e urina) e novamente a pressão oscilou. Juntando esta instabilidade, liquido amniótico mais baixo e ganho de peso não suficiente, o meu obstetra decidiu antecipar o parto para evitar sofrimento para ela e risco para mim.

Nina veio ao mundo no dia 09/01/17 às 16:43 com 2.225kg e 43.5cm. Nasceu perfeita e com muita saúde. Parto cesárea.

Aliás, este era outro momento que me causava pânico: o parto.

Eu sempre achei que iria optar pela cesárea. E aí, durante a gestação tive dúvidas. Pensei em fazer parto normal. Os dois me assustavam. A cesárea por ser uma cirurgia. O parto normal pela duração, espera, dores enfim!! Nenhum dos dois me deixava tranquila. Para mim, o parto normal não tem nada de normal. E acho uma decisão muito, muito pessoal e que não cabe interferência, só apoio.

A equipe do meu obstetra foi extremamente atenciosa, carinhosa e habilidosa. Me acalmaram, conversaram comigo sobre cada passo. e eu fui relaxando. O desconforto maior é o da anestesia. A paralisia do abdome para baixo é uma sensação horrível. Na ansiedade parece que falta o ar, mas ele está ali. É só se acalmar.

A hora que o Fred, meu marido, entrou na sala eu fiquei ainda mais tranquila também. A presença dele sempre me acalma.

E aí, o momento esperado nas longas semanas de gestação: o nascimento.

Eu ouvi um chorinho rouco e as palavras do medico, que foram: Meu Deus, que coisinha mais bonitinha. A Nina foi uma surpresa para nós. Não conseguimos vê-la no ultrassom. Ela estava sempre com a mão na frente do rosto.

Ver o rostinho do seu bebe é mesmo uma emoção única. Naquele momento, ele transforma você. A minha vida nunca mais seria a mesma. Eu jamais conseguiria esquecer aquela carinha. É mágico. Para mim, o amor nasce ali ou se concretiza. Sei lá. E o que eu mais queria era cheirar. É puro instinto. Experiência única, marcante, transformadora.

Nina já está com 5 semanas de vida e o amor vai crescendo junto com ela. Vamos sobrevivendo uma a outra, aprendendo uma com a outra. Nos testando, nos amando e às vezes nos chateando. E vai ser assim, né?

Acho que a maternidade é uma grande descoberta. Nascimento e renascimento.

Espero que o relato tenha sido válido. Lembrem que esta é só a minha experiência. Cada mulher tem um jeito de vive-la. ;-)

No segundo post desta serie vou falar dos desafios do guarda-roupa na gestação e como contornei sem perder meu estilo e mantendo a elegância.

Beijos.

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Juliana Cordeiro

 

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Como se sentir à vontade na frente do espelho

Acessórios, autoestima, Consultoria de Moda

abril 22, 2015

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Eu vou compartilhar um desafio recente.

Há mais de dois anos venho tentando usar batom vermelho. Acho sexy, poderoso, chique. De alguma forma, não me sentia legítima carregando todas estas mensagens, tinha algo em mim que não correspondia as minhas expectativas em relação ao batom vermelho. Usava uma vez, ficava acanhada com a minha imagem no espelho, a reação dos familiares: “nossa, batom vermelho não combina com você” e eu fingia dizendo: combina sim. Por dentro, morrendo de vontade de sair correndo e limpar a boca.

O apoio mesmo vinha do marido que ficava todo ouriçado cada vez que via o “bocão vermelho” como ele mesmo definiu. Tentei mais uma vez e outra e outra, tinha sempre uma desculpa para não usar: não combina com o meu tom de pele, não sei combinar com o resto da maquiagem, mancha muito, difícil de usar. Segui insistindo. Um dia, dois anos e meio depois, levantei de manhã, me vesti e joguei o vermelhão na boca: AMEI!! Saí de casa toda confiante, preparada para os olhares que a boca iria atrair e atraíram. Ainda com um pouco de receio que as pessoas me olhavam talvez porque o batom estivesse manchado, mas não, estava impecável. O que as pessoas olhavam era a atitude, o caminhar confiante, com a cabeça erguida e a certeza de que o que eu sentia em relação ao batom vermelho já tinha se tornado parte de mim.

O mesmo você pode fazer com o seu guarda-roupa. Treinar com as peças que você ainda não se sente pronta para usar. Insistir com a imagem que você quer se sentir a vontade ao olhar no espelho. Empoderar-se aos poucos da força que deseja imprimir.

A consultoria de imagem pode te ajudar me tudo isso. Acreditar que você pode e agir para isso é tão importante quanto ter informações e um guarda-roupa de acordo.

Pense neste processo como um processo de desenvolvimento pessoal que vai te levar a descobrir mais e mais do que você é capaz de fazer. Diminuir medos, receios, aumentar a capacidade de lidar com perdas e frustrações. Sair daquele lugar das desculpas e ocupar o lugar das ações.

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Outros textos sobre o assunto:

Como o guarda-roupa ajuda a construir sucesso

Como deixar um look mais interessante

Como usar a roupa para influenciar seu comportamento

 

Outros posts que você vai amar:

A roupa inspira a vida

Vista-se com estilo pagando quanto quiser

Passos para um guarda-roupa flex Post 1

Como sei o que tirar do armário Post 2

Como organizar uma lista de compras Post 3

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autoaceitacao final

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Finja até que você se torne – Parte 3 – autoaceitação

autoestima, Comportamento, Confissões

abril 7, 2015

Por Juliana Cordeiro

Consultora de Estilo Pessoal

 

autoaceitação

 

Eu briguei com a minha imperfeição durante muitos anos, gastei dinheiro, energia, tempo.

Este terceiro texto da série “Finja até que você se torne” que escrevi para o Blog “Sobre a Vida” fala de amor próprio e aceitação.

Tem alguém aí que se olha no espelho e fica querendo ser diferente?

Leiam e reflitam tá.

Beijo.
http://www.sobreavida.com.br/…/finja-ate-que-voce-se-torne…/

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