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Meu cabelo está tendo um dia ruim!!!

Cabelo, Cabelos

julho 19, 2012

Atendendo a pedidos, uma postagem mais antiga sobre como lidar com cabelos rebeldes

Meu cabelo está tendo um dia ruim!!!

O cabelo acordou amassado, não deu tempo de lavar. Lavei, mas não deu tempo de secar. Lavei, sequei e ainda assim, não ficou do jeito que eu queria!!! Quem é que não passa por isso???

Ao invés de olhar no espelho e reclamar, que tal tomar uma providência???

Reuni aqui algumas coisinhas bem simples que eu faço quando estou tendo um Bad Hair Day!!!

Meu arsenal:


Dica 1.

Faço um coque BEM simples. Material utilizado: 1 ou dois grampos longos.

 

 

 

 

Se o cabelo estiver COMPLETAMENTE REBELBE, prendo a franja também.

Gosto muito de deixar um pouco de cabelo saindo do coque. Não forço muito a barra para os fiozinhos saírem não, facilita muito se o cabelo tiver um corte repicado.


Dica 2.

Faço um rabo de cavalo. Prendo a franja com dois ou três grampos pequenos para dar um volumezinho na frente.


Dica 3.

Faço uma trança simples de duas maneiras: Prendendo a franja e a lateral com os grampos pequenos ou deixando a franja solta.


Dica 4.

Se o problema for apenas a franja, uso novamente os grampos pequenos. Pode ser apenas um, prendendo a franja para o lado contrário do que ela normalmente fica. Isso ajuda a criar um pouco de volume.

 

Prendendo os dois lados

 

ou prendo a frente toda

 

Dica 5.
Tiara. Para mim, só funciona quando a franja está mais comprida. Com a franja curta, no meu caso, nem pensar.


Dica 6.
Lenço. Este eu nunca usei na cabeça. Gosto, admiro quem usa, mas confesso que não sei usar. Acho a opção mais difícil.


Se nada disso, resolver, meninas só resta apelar para o chuveiro ou a um bom cabeleireiro. Arriscam uma touca como a da primeira foto???

 

Um beijo e bom carnaval a todas!!!!

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S.O.S para os Cabelos

Cabelos

julho 17, 2012

Meninas, mais uma matéria incrível em parceria com o site Cabelos Lindos!!!

Você pinta o cabelo em casa e fica com ele todo manchado. Ou então, faz uma mudança radical,como escurecer fios claros, e se arrepende, e resolve clarear tudo de uma só vez. Colorações malsucedidas devido à exposição excessiva ao sol, como mechas esverdeadas e alaranjadas, são comuns. Quando o cabelo já tem alguma química de alisamento, os efeitos podem ser ainda piores. O que fazer em situações como essas?

Antes de mais nada, é preciso ter paciência. Mais calma, você deverá explicar os produtos que foram aplicados no cabelo para um profissional, e ele deve fazê-la compreender que, caso uma recuperação imediata dos fios seja inviável, você precisará se submeter a um tratamento de choque para revitalização dos fios. O passo seguinte é partir para a ação, fazendo um diagnóstico minucioso do estado dos fios e do couro cabeludo. Os desastres de cor mais frequentes, sem dúvida, são os cabelos manchados. Isso acontece muito quando as pessoas tentam pintar o cabelo em casa, por conta própria. Elas não conseguem alcançar certas áreas da cabeça e acabam não aplicando a coloração de forma homogênea. Ou, então, massageiam o produto pelos fios, como se fosse um xampu – o que só deve ser feito após o tempo de ação da fórmula.

Assim que sai do tubo e começa a ser misturada ao oxidante, o produto já começa a reagir. Por isso, deve ser aplicado imediatamente. Primeiro na parte de trás da cabeça (e nas pontas), seguindo para a parte da frente. Por ser uma das áreas mais quentes do corpo, devido à intensa circulação local, a raiz reage rapidamente sob os efeitos de novos pigmentos. Logo, deve ser a última parte a ser colorida. Caso contrário, os fios acabam realmente manchados, com um efeito de faixas marcadas. Outra causa frequente de manchas, é aplicar a coloração em todo o cabelo, quando se deveria utilizá-la apenas para retocar a raiz. Para consertar o estrago, recomenda-se cobrir todo o cabelo com um tom mais escuro. Atenção para a advertência: de nada adianta querer igualar a cor pela parte mais clara, porque tinta sobre tinta não tem poder de clareamento. Esta é uma regrinha básica da colorimetria, mas tem muita gente que esquece.

Altura de tom
Igualar o cabelo pela cor mais escura não significa aplicar somente uma nova tonalidade e, depois, trabalhar algumas mechas ficar satisfeita. A médio e longo prazos, este cabelo não vai ficar bom – e muito menos saudável. Às vezes, as manchas são tantas que a pessoa precisa recorrer a aplicações seguidas de tons diferentes (e misturados entre si) até os fios ficarem com uma aparência harmônica. Tudo isso sem falar na etapa de recuperação da estrutura capilar. Consertar o estrago dá trabalho, exige tempo e muito conhecimento por parte do colorista. Por isso, é um serviço que custa caro e jamais deve ser encarado somente como um retoque de cor.

Em matéria de desastres de coloração, um dos mais comuns é o de não saber diferenciar a altura de tom correta, ou seja, a cor de base dos fios previamente coloridos. A pessoa colore o cabelo de louro-escuro, mas, em apenas 20 dias, a cor desbota. Se o não levarem consideração esse detalhe (que pode causar uma diferença de meio tom para baixo), o cabelo acabará ficando com a raiz mais clara do que o resto dos fios. O contrário também pode acontecer. Não é à toa, portanto, que todo tratamento químico deve ser precedido de um diagnóstico preciso – o que significa ver, ouvir e sentir.

Ver a estrutura dos fios, se eles estão porosos demais (podendo desbotar com mais facilidade); ouvir a pessoa, perguntando quando foi a última vez que ela coloriu os fios, quantas vezes costuma lavar a cabeça durante a semana, se usa produtos de manutenção da cor no dia-a-dia, etc.; e, por último saber a estrutura do cabelo, avaliando sua textura e elasticidade. Muitas vezes, o cabelo parece bonito, por conta das escovas de tratamento que estãoem moda. Emgeral, elas deixam a superfície do fio lustrada por fora, porém, sensibilizada por dentro, sem a menor condição de receber um novo processo químico.

Convém lembrar ainda que uma coloração nunca fica exatamente igual às amostras de tons dos catálogos das marcas. O fundo de clareamento influi diretamente no resultado de uma nova cor. Em resumo: todo cabelo tem seu próprio conjunto de pigmentos naturais, sua espécie de DNA, marca registrada, chamada de tom da matriz. Estes pigmentos só serão revelados de fato a partir da aplicação do oxidante. Por este motivo, cada fio terá a sua revelação específica – sem contar a influência das colorações já aplicadas anteriormente. Usar uma tinta parecida, mas de marca diferente, também não funciona. Existe uma tabela universal de cores básicas (chamadas de tons de base ou fundo), mas cada marca lança suas próprias nuances, com pequenas variações (tons que criam sombras e reflexos). Enfim, os resultados podem até ser parecidos com os das mechas das amostras, mas nunca iguais.

Reação em cadeia
Quando se estuda o que falhou no resultado final de uma cor, não é difícil concluir que, na maioria das vezes, tudo começa errado desde a análise feita antes da aplicação da coloração propriamente dita – detalhe que leva à escolha equivocada da volumagem do oxidante, originando raízes mais claras e comprimento e pontas mais escuros – ou o contrário, pontas e comprimento claros e uma raiz que não chegou ao clareamento esperado. Muitas pessoas ainda ficam com medo de aplicar uma fórmula de 40 volumes e optam por oxidantes de volumagens mais suaves. Aí, não alcançam o grau de clareamento desejado e acabam tendo que fazer em seguida um novo processo de descoloração, o que expõe os fios à agressão química.

Uma das consequências mais frequentes desse erro é a pessoa querer cabelos louros, ou castanhos bem claros, e se surpreender com fios castanhos-escuros. Como as bases marrons demoram muito para reagir à ação de qualquer nova coloração, é preciso escolher oxidantes com, no mínimo, 30 volumes. E não é só: fios mais grossos são mais resistentes ao clareamento e também pedem descolorantes mais fortes, devendo também ser aplicados em maior quantidade. Da mesma forma, não se pode abrir muito os acobreados, porque se corre o risco de deixá-los alaranjados. Nessas situações, portanto, vale a regra oposta: preferir descolorantes com volumagens menores, de 10 ou 20 volumes. Portanto, quando se erra ao avaliar a cor natural do cabelo e também o último tom com o qual ele foi pintado (altura de tom), certamente a escolha do oxidante será malsucedida.
Convém lembrar que os olhos são as ferramentas que os profissionais mais usam para analisar a cor dos fios. Logo, eles precisam ser bem treinados. Dizem que um olho experiente é capaz de distinguir até 200 matizes diferentes.

Mudanças drásticas
O cabelo ficou escuro demais e você detestou. Nesse caso, o problema é ainda maior. Não adianta querer “dar um jeitinho” e usar uma cor clara para ir suavizando aos poucos o visual. A possibilidade de clarear um cabelo já pintado uniformemente é quase nula. Nesse caso, deve-se usar um descolorante para fazer a limpeza dos pigmentos depositados de forma uniforme. O segredo para evitar um novo desastre está na escolha certa dos produtos – o pó descolorante e o oxidante –, sempre de boa qualidade e de marcas já conhecidas no mercado. Pérola Amaral, consultora do Site Cabelos Lindos prefere as fórmulas cremosas e enriquecidas com bisabolol, ingrediente derivado da camomila, que exerce uma ação calmante, tanto para os fios como para o couro cabeludo. A etapa seguinte é decidir se essa remoção de pigmentos será parcial, funcionando só como uma limpeza da cor, ou total – técnica chamada de decapagem –, que deve ser seguida de uma nova aplicação de coloração. Em ambos os casos, é indispensável um diagnóstico da saúde da estrutura capilar. Só assim, pode-se concluir se o cabelo aguenta passar por outros processos químicos em um espaço de tempo tão curto. Tratar previamente os fios também é fundamental para que eles ganhem força, hidratação e proteção antes de novas agressões, diz. Só não vale esquecer: a decapagem segura só pode ser oferecida como recurso para a pessoa que deseja o cabelo de uma cor só, sem mechas ou reflexos.

As mechas carameladas estão na moda, mas, às vezes, em cabelos escuros, ficam alaranjadas. Isso acontece quando há um erro de diagnóstico da cor original do cabelo. Todos os tons castanhos, claros ou escuros têm uma base com pigmentos avermelhados. Eles tendem a amarelar (ou ficar alaranjados) se o tempo certo de ação do oxidante não for respeitado ou quando a pessoa utiliza uma coloração à base de pigmentos acinzentados para trabalhar as mechas. Para corrigir o erro, a solução é isolar as mesmas mechas e aplicar novamente o descolorante, porém deixando a fórmula agir por mais tempo. Depois de trabalhar as mechas, também é importante fazer uma matização nos fios, aplicando um tonalizante para combater os possíveis reflexos indesejados. De qualquer maneira, convém avisar a pessoa que, algumas semanas depois, esse tom de cobertura vai desbotar, exigindo uma nova matização.

As mechas esverdeadas também costumam ser consequência de um trabalho de coloração malfeito, principalmente devido à escolha errada do tom. Pigmentos frios, que puxam naturalmente para o cinza, tendem a esverdear em cabelos louros acinzentados e outros da mesma base. Para combater o efeito, é preciso aplicar uma tintura com pigmentos que puxem para o dourado. Isso costuma acontecer, por exemplo, quando tonalidades muito claras são aplicadas em cabelos já coloridos de louro. Por isto, deve-se prestar bem atenção na numeração do produto de coloração e preferir sempre os que terminam com números acima do que foi aplicado anteriormente.

As colorações que criam esses efeitos esverdeados geralmente têm tons de mate ou acinzentados (ricos em pigmentos azuis). Quando esse azul da coloração se soma ao amarelo do fundo de clareamento do cabelo, o resultado da mistura fica verde. Normalmente, isto ocorre em fios de bases claras, onde há uma maior predominância de pigmentos amarelos. Para evitar esse efeito, aconselha-se aplicar uma tonalidade avermelhada (quente). Outra alternativa, é trabalhar nessas bases claras com tons perolados, prateados ou irisados, que trazem pigmentos violetas em maior porcentagem. São estes pigmentos que vão neutralizar os reflexos amarelados indesejados. Se as nuances esverdeadas aparecerem ainda durante o trabalho da coloração, aplicar um vermelho puro na mesma altura de tom, sem misturá-lo ao oxidante e sem lavar a cor que já está nos fios. Espalhar nas mãos e massagear todo o cabelo rapidamente até certificar-se que o tom esverdeado já foi a  lado. Em seguida, lavar a cabeça.

Outra coisa que acontece algumas vezes é a pessoa verificar se os cabelos brancos resistiram bravamente à coloração aplicada. Alguns fios grisalhos são mesmo mais difíceis, exigindo que se aplique primeiro uma coloração de base, seguida da  aplicação do tom desejado por cima. Outra possível causa desse problema são alterações hormonais intensas, capazes de modificar a estrutura original dos fios, que acabam não retendo os pigmentos de cor.

QUÍMICAS INCOMPATÍVEIS
São elas que provocam os desastres mais sérios, incluindo a quebra dos fios. As colorações malfeitas não são as únicas a alterar (e fragilizar) a estrutura capilar. Todas as químicas aplicadas anteriormente devem ser levadas em consideração na hora de uma nova coloração, principalmente se forem de redução (alisamento ou relaxamento), que quebram as pontes de cistina e causam buracos que facilitam a perda de massa capilar. A cutícula (parte externa dos fios) é a primeira a ser danificada pelo excesso de químicas ou fórmulas incompatíveis. E quando essas escamas se abrem, não há como colocar novas. Como agravante, a grande variação de escovas reconstrutoras disponíveis no mercado e as escovas hidratantes que contêm algum tipo de química de relaxamento.

O problema é que várias dessas fórmulas são incompatíveis com as colorações e pouquíssimas pessoas sabem explicar que substância realmente usou para alisar seus cachos. Por isso, é mais seguro fazer antes um teste de resistência em uma mecha de cabelo e respeitar sempre o intervalo de aplicação entre uma química e outra. Os hidróxidos (mesmo os de guanidina) não são compatíveis com peróxidos (oxidante presente na grande maioria das colorações). Algumas, à base de tioglicolato, aceitam a aplicação posterior de um tonalizante. Quando ativos incompatíveis entram em contato uns com os outros podem até causar o rompimento permanente dos fios.

A preocupação em realizar um diagnóstico capilar detalhado é, portanto, a melhor maneira de evitar desastres. É preferível gastar algum tempo planejando um trabalho bem feito a médio e longo prazos do que arriscar perder a credibilidade como profissional. Prevenir é sempre a melhor solução para um desastre, não é mesmo?

PARA CONSERTAR OS ERROS
Nem tudo está perdido. Além da habilidade do profissional que faz o diagnóstico capilar, para recuperar o cabelo de desastres, as pessoas têm à disposição um arsenal de produtos para ajudar a socorrer seus cabelos:

- Intensive Restorative Masque – DEIXA SEUS CABELOS 42% MAIS FORTES! É a mais avançada terapia para cabelos que foram danificados por ferramentas térmicas, tratamentos químicos ou desgastados por práticas sucessivas de estilização. Agentes condicionantes inovadores penetram na fibra capilar reparando e fortalecendo as áreas enfraquecidas enquanto uma mistura especial de extrato de frutas age reforçando a elasticidade. Os resultados são comprovados: Fortifica os cabelos deixando-os até 42% mais fortes!  Trata os fios em uma única aplicação, amacia e sela as cutículas, retém o condicionamento, facilita o penteado, reduz a carga estética, acrescenta brilho. Pode ser usado semanalmente.

- Kit AVLON de Tratamento Reconstrutor dos Fios – esse kit é indicado para cabelos extremamente danificados e com elasticidade comprometida, bem como para cabelos porosos. Uma mistura dos dois condicionantes vai neutralizar e dar condicionamento profundo aos fios.

- Kit Energizin – possui um importante papel suavizante contra a ação dos raios UV, e as agressões do meio ambiente como o vento, assim como na prevenção para cabelos quimicamente tratados. Por possuir o ativo tilicine que é rico em aminoácidos e peptídeos, os quais constituem os elementos nutritivos essenciais. Este agente é conhecido como um excelente filme protetor para os cabelos proporcionando balanço, brilho e tonicidade. Ingredientes especiais: Extrato de Tilia Tomentosa: Nutrição intensiva atraves de selamento. Proteina de trigo hidrolisado: condicionamento.Características:  Para cabelos secos, sem vitalidade e quimicamente tratados com freqüência;  Uso diário ou conforme necessidade; pH : 5.5-6.5

- Kit Repair Treatment Óleo de Argan – Kit para reparação e hidratação profunda especialmente desenvolvido para cabelos danificados e secos. Ele nutre e hidrata profundamente, enquanto restaura e amacia os fios. Além disso, ele renova a força e revitaliza a estrutura capilar proporcionando vida e saúde aos fios.

- Kit Técnico Extreme-up – Maleta de socorro. É uma regeneração instantânea indicado para pós-quimica em cabelos sensíveis, fragilizados ou quebradiços. É um kit de tamanho único. Uso de 15 em 15 dias, conforme a orientação profissional e vide bula. Neste Kit Técnico, contém os seguintes produtos: – Regenerador Instantâneo – Ação Instantânea – pH 4,0. Um concentrado de proteínas de Queratina , Seda, Colágeno e Trigo quaternizado. Fortalece o fio sensibilizado devolvendo a resistência e elasticidade naturais. Recupera a estrutura capilar preenchendo os espaços deixados pela ação de produtos químicos. Hidrata e e condiciona a fibra capilar tornando os cabelos mais saudáveis, com brilho, maciez e sedosidade naturais. – Nutrição Intensiva – Ação Instantânea – pH 4,0. Poliquatérnio 11 e Poliquatérnio 10 – Reduz a porosidade selando as escamas. Repara a fibra capilar danificada. Reduz a porosidade selando as escamas. Restaura a camada hidrolipídica, devolvendo a maciez e a sedosidade dos cabelos. Fortalece e repõe as camadas nutritivas do fio. – Cristal de Queratina – Ação Instantânea – pH 2,5. Proteína Queratina e Poliquatérnio 10 – Produto pioneiro numa concentração de ativos 20 vezes maior do que aplicado normalmente. Recupera a cutícula capilar, fechando-as e preenchendo os espaços danificados deixados pela ação de produtos químicos. Cria um filme sobre as fibras, criando proteção e brilho. Protege o fio sensibilizado, devolvendo a resistência e a elasticidade natural. Hidrata e condiciona a fibra capilar tornando-os cabelos saudáveis e com brilho.

Os produtos você encontra na www.lojacabeloslindos.com.br!

Site Cabelos Lindos

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Cuide dos cabelos

Cabelos

junho 28, 2012

Meninas, eu não sou frequentadora assídua de salões de beleza para cuidar dos cabelos, mas não dispenso os meus truques.

Faço hidratação uma vez por semana.

Passo reparador nas pontas 2 ou 3 vezes por semana.

Para os meus cabelos isso é suficiente.

Conheci um truque novo. As queridas Fernanda Amaral Salvi e Kelly Amaral do site Cabelos Lindos me presentearam com um  óleo reparador de queratina da Lanza.

Provei e amei!!!

Eu passo toda vez que que lavo os cabelos e o resultado é BRILHO. Então, recomendo!!!

Dicas:

1. passe ainda com o cabelo úmido;

2. passe bem pouquinho, só nas pontas para não pesar;

3. seque os cabelos logo depois de passar;

 

Keratin Healing Oil da Lanza

 

Para quem quiser comprar e experimentar é só clicar aqui e ir para a loja virtual Cabelos Lindos.

Beijos.

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