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Guarda-roupa na amamentação – post 3 da série

Depoimentos

abril 12, 2017

 

Eu já contei para vocês no post anterior que um dos meus maiores medos era o parto né?

Eu tentava imaginar como seriam as contrações, as dores, quanto tempo levaria para a Nina nascer. Acabei não passando por nada disso porque ela veio prematura e fizemos uma cesárea de emergência.

A amamentação me parecia algo mais distante sabe, com o qual eu teria que lidar depois.

Mas lendo a respeito e conversando com amigas, me dei conta de que amamentar seria muito mais desafiador do que parir.

Fui buscar informações com uma enfermeira especialista no assunto e entendi que:

- a gente precisa preparar o peito, deixar ele meio calejado, para evitar que se fira durante a amamentação; esfregar a aureola e o mamilo com uma escova de dentes macia e tomar sol estão entre as dicas;

- eu achava que tinha bico e descobri que o meu era pequeno. Precisava deixa-lo maior para facilitar a pega para a Nina; usei uma concha para formar um bico maior;

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- aprendi que tinha que usar sutiãs que deixassem o peito bem para cima para que a produção de leite não fosse interrompida;

- para a amamentação funcionar, precisa haver um trabalho em dupla: mãe + bebê; é um exercício e tanto para o recém-nascido conseguir mamar. Então, se ele for preguiçoso, vai ser mais trabalhoso;

- além disso tem a pega correta para que o bebê sugue bem, não machuque o seio;

- tem a ordenha de leite para o peito não empedrar, o que é bastante doloroso e pode causar mastite (inflamação das glândulas mamarias).

Mas porque eu estou dizendo tudo isso, se o tema da postagem era guarda-roupa e amamentação?

Porque já é um processo complexo e cheio de desafios né? O guarda-roupa não pode e nem precisa ser um obstáculo e causa de frustração neste momento.

Quantas de vocês param para pensar no guarda-roupa pós-parto?

Normalmente, a gente dedica tempo ao enxoval, ao quarto, ao chá de bebê, a roupa da maternidade e esquece completamente do que precisamos ter para a fase seguinte e que vai durar meses. Pelo menos comigo foi assim. Não lembrei de pensar no que usaria durante o período em que a amamentaria a Nina.

Então, toda vez que abria o guarda-roupa ficava perdida, tentando pensar no que poderia vestir. E com um bebê em casa, a gente precisa de agilidade e praticidade porque a dedicação ao bebê é quase que em tempo integral.

E aí fui fazer um novo inventário das peças que eu tenho e que serviriam para amamentar. Descobri algumas possibilidades e vou compartilhar aqui com vocês. Os critérios em que me baseei também são bem importantes. Vou começar por eles. É importante lembra que a Nina nasceu em janeiro, então as roupas são todas bem frescas, de verão mesmo. No inverno, deve ficar um pouco mais complicado porque as roupas são mais fechadas. Aí, tudo que tiver abertura na frente facilita muito.

Conforto: para a mãe e o bebê. Então, a escolha do tecido também é importante. Prefira os mais molinhos, que não piniquem, ou aqueçam demais.

Praticidade: na amamentação significa que a blusa ou vestido tem que ser de fácil acesso ao peito. Pode ser abrindo, levantando, abaixando, mas tem que ser sem complicação. De elástico, de botão, colchete.

Com um pouco mais de 3 meses de experiência no assunto, concluí que as roupas mais confortáveis e práticas para esta maratona são, de fato, os pijamas e as camisolas de amamentação. O meu favorito é este de malha. Ele tem três peças,  regata, a calça e um casaquinho. É bem elegante para a maternidade e para receber visitas. A alça abre na frente, o que facilita demais na hora de amamentar. Comprei na Any Any.

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   pijama completo

As camisolas e sutiãs de amamentação encontrei na Loungerie. Achei bem bonitos, além de práticos. A camisolas em mim ficaram na altura do joelho.Eu comprei um de cada cor. São 3. Usamos muito e sujamos muito também porque o bebê gorfa, o leite vaza. Recomendo o robe também para ficar mais elegante.

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Mas não dá para usar pijama o dia todo né, então, vou mostrar aqui as escolhas que fiz e que, apesar de darem um pouco mais de trabalho, funcionam e restabeleceram o meu estilo pré-gravidez.  A maioria são vestidos. Por ser uma peça só, são bem práticos.

Espero que ajude vocês também.

1. O decote baixo, o tecido molinho e as alças facilitam o por e tirar típicos da amamentação.

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2. Abertura frontal: Os dois vestidos e a blusa abaixo tem colchetes na frente, então uso com sutiã tomara-que-caia e fica bem fácil.

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este além de ter o decote V, é amarrado na frente. Eu uso com sutiãs de renda que são mais compridinhos.

3. Peças ombro a ombro: também achei bem práticas. Uso tanto com sutiã tomara que caia quanto com sutiãs de alça bem fina.

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4. Outros que também funcionaram:

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Não vai embora não, tem mais um monte de texto bem útil para você:

Minha gravidez – série de 3 posts

Guarda-roupa na gravidez

Como adaptar um look a 3 ocasiões

Como o guarda-roupa ajuda a construir sucesso

Como deixar um look mais interessante

Como usar a roupa para influenciar seu comportamento

 

Você gosta de vídeos? Tem canal no youtube para você assistir um monte deles com dicas bem legais. É só clicar no link. Corre lá!!

Juliana Cordeiro

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hojeeumeamo

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Como você pode transformar a sua vida pelo guarda-roupa

Consultoria de Moda, Depoimentos

março 8, 2015

Eu amo meu trabalho como Consultora de Estilo Pessoal porque as mudanças que eu proponho para o guarda-roupa tem efeito para a vida, tanto em termos de duração quanto de amplitude.

Pelo guarda-roupa, é possível saber de onde você veio, quem você é, onde você está e onde você quer chegar e por isso é um trabalho sério e valioso. Não é exatamente terapia, mas é sem dúvida, terapêutico. Afinal, o seu guarda-roupa é uma representação da sua vida e se desfazer de peças significa abrir mão do passado, de crenças, da pessoa que você era e dar lugar a que hoje é para poder abrigar a que está por vir.

É lindo poder participar desta transformação e receber depoimentos, como este que você vai ler, sobre quão melhor, mais prazerosa e mais feliz a vida de uma mulher se tornou.

Um pouquinho de planejamento financeiro pode dar a você a oportunidade de passar por esta experiência incrível e sair transformada, empoderada. Através do guarda-roupa é possível promover mudanças de comportamento, de postura, e conquistar autoconfiança. (leia mais).

Boa leitura!!!

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Há um ano e meio atrás eu era uma menina bem básica. Sempre de jeans, camiseta de malha, tênis e as variações eram uma regata de malha, um moletom. Gostava de moda, da informação de moda, mas procurava um estilo próprio.

Conheci a Ju através de uma amiga que era cliente do marido dela, e a seguia no facebook. Comecei a segui-la também e a gostar dos seus posts sempre muito bem inspirados e explicados.

Fiz a consultoria expressa, onde a Ju utiliza o que está no nosso guarda-roupa. Quando ela chegou… “Meu Deus que moça linda”, eu pensei. Fiquei um pouco intimidada no começo, pois sou um pouco tímida com estranhos, mas ela foi maravilhosa! Fotografamos combinação com combinação, cada calça, cada blusa, cada sapato, cada colar, e brinco e bolsa… nossa, foi um dia mega cansativo. Após o encontro, ela me mandou um e-mail com observações sobre o que eu deveria ter no meu guarda-roupa que eu ainda não tinha para ter mais opções.

As mudanças não surgiram de um dia para o outro, como eu imaginava. Eu imagino que a consultoria completa deve ser ter outro significado, pois vc sai vestida de coisas novas. Mas fui assimilando todos os conselhos, indicações e com o tempo fui ficando mais ousada… a primeira compra depois da consultoria, foi uma calça laranja! Combinava a calça com tudo! Regata branca, preta, azul marinho, look monocromático laranja!!! Todo mundo falou da calça laranja, e ainda bem que todo mundo falou bem!

Cetim, seda, algodão mais soltinho, são meus amigos de sempre em todas as produções! Mandar ajustar peças também é super útil! Aprendi que não preciso usar tudo colado no corpo, mas sim ajustado ao corpo. Peças ajustadas dão contornos, não precisa ser tudo solto… Calças no comprimento certo para cada tipo de sapato deixam o visual mais elegante.

Meus amigos e marido notaram as diferenças ao longo dos meses. Nas escolhas das roupas, nas cores, nas escolhas de tecidos e recebo sempre elogios! Faz um bem danado para a autoestima!

Hoje em dia, quando fico muito em dúvida com alguma peça, ainda peço uma ajuda para Ju. Ainda faço algumas compras erradas, mas diminuíram muito… aprendi com o tempo a verificar o meu tipo de corpo e o que me cai bem.

Agradeço muito a consultoria, ao trabalho e paciência da Ju, e continuo aprendendo com ela através dos posts publicados.

Meninas, vale super a pena. O investimento é pouco, frente ao retorno que temos.

Obrigada Ju!!!! Beijos :)

Conheças as outras consultorias:

Consultoria Compacta

Consultoria Completa

Já conhece o meu canal no Youtube? Inscreva-se para receber os vídeos em primeira mão.

Como ter um guarda-roupa versátil

Arara da Semana

Como sair do básico

Looks monocromáticos

Como usar calça branca

 

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Festa

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Depoimento: Um ano após a consultoria

autoestima, Confissões, Depoimentos

fevereiro 24, 2015

Há exatamente um ano, fiz uma consultoria de estilo completa com a Ju.

Achei interessante trazer esse depoimento para mostrar que a consultoria é como um catalisador,  acelerando a mudança latente em nós, e como as coisas vão se sedimentando e amadurecendo depois.

Meu estilo ficou mais sofisticado após a consultoria e ainda faço progressos (dentro das limitações da minha rotina de trabalho). Busco me expressar elegante e poderosa e ao mesmo tempo busco me tornar mais leve e jovial.

Não tenho mais quase NENHUMA peça da época da consultoria (exceto as peças da etapa de compras, claro).

Explico: a limpeza durante a consultoria foi o “pontapé inicial” para eu continuar me aprimorando.

Por falar em “pontapé inicial”, a injeção de autoestima que tive na época foi importante para iniciar uma reeducação alimentar bem bacana. Emagreci bastante (10kg) e isso contribuiu para que me sentisse ainda melhor na minha própria pele.

Passei a comprar menos e melhor.

Importante: adquiri coragem para gastar mais numa peça-chave, pois sei como e por que fará diferença. Até meu olhar sobre editoriais de moda mudou! Antes eu achava que a moda era de certa forma “intangível”, pois pouca coisa iria de fato funcionar no meu corpo e na minha rotina (pura desculpa para não ousar).
Agora que tenho mais conhecimento (sempre fui mega cdf e até hoje sinto necessidade de regras e lógica para algumas decisões), me sinto bem mais segura para gastar, combinar e ousar nas escolhas de roupas. Tinha mania de “combinar demais” e isso acrescentava previsibilidade, idade e caretice aos meus looks.
Frescor e leveza sempre foram desafios para mim.
Pasmem: ganhei um par de alpargatas que amo de paixão! Justo eu que tinha “banido” o bico redondo… Lição: nem tanto ao mar, nem tanto à terra.

Meu desafio fashion atual é adotar pelo menos uma tendência por ano. Regra de ouro: desde que me favoreça! Em 2014 adotei o kimono e aos poucos estou aprendendo a usá-lo (terceira peça é ótima mas super desafiadora para quem usa jaleco no trabalho). Ah! Já ia me esquecendo do macacão… Peça-delícia que alonga e salva naqueles dias de preguiça de pensar!

A tal “preguiça de pensar” foi minimizada com a “arara da semana”. Uso a arara sem moderação, que é para não ficar repetindo os looks favoritos e para  me obrigar a criar combinações novas. Confesso que já tive que “esconder” algumas peças para parar de usá-las um pouco.

Capítulo das calças:
Meu ponto mais fraco eram as calças. Como tenho sobrepeso, só conseguia usar preto ou jeans escuro. Meu guarda-roupa se assemelhava ao da Mônica (personagem dos quadrinhos de Mauricio de Souza) quando ela abria o armário e só tinha os famosos vestidos vermelhos todos iguais. Antes da consultoria, comecei a ousar nas blusas e arrisquei até estampas. Os looks ficavam com calças quase iguais, variando as blusas. Não funcionou bem porque o guarda-roupa ficou sem flexibilidade, sem criatividade e ainda por cima enjoo rápido de estampas.
A Ju me ajudou a me libertar do jeans e me abriu outras possibilidades (inclusive a minha preferida: calça de onça!). Depois tentei algumas calças coloridas mas não me adaptei. Erros e acertos do meu percurso fashion. A busca não parou. Meu recorde atual são três “transgressões” numa mesma peça: uma calça jeans clara, cropped e rasgada! Faço o tal look “high-low” com a calça “transgressora” associada a blusas de seda.
Percebi que modo de usar faz a peça mais ou menos “envelhecedora” ou “careta”, não a peça em si.
Hoje, pela regra do 5:1 (5 partes de cima combinando com cada parte de baixo), entendi que calças estampadas são boas nessa proporção e também no desejo de variar (já que vestidos e saias não são meu forte).

O saldo do ano pós consultoria foi muito positivo no vestuário e na vida como um todo. Melhorar meu modo de vestir melhorou muito meu olhar sobre mim. Busco cada vez mais generosidade, amor e aceitação na relação com meu corpo. Todas essas coisas boas se refletiram na dieta, no trabalho, nas finanças e até na vida amorosa.

Planejo fazer outra consultoria (com a Ju) para lapidar e sofisticar ainda mais as minhas escolhas de roupa, de cabelo, de maquiagem e (por que não?) de vida. Quanto mais conhecimento se tem, mais se adquire (algo exponencial).
Beijos!
Fla

P.S.: Obrigada, Ju! A admiração que sinto por você me levou até a consultoria e gerou uma grande e profunda amizade!

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saialonga

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Veja mais depoimentos de consultoria:

Consultoria compacta – Paty

Consultoria completa

Como a arara da semana mudou a minha vida

Depoimento de uma ex-básica

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A roupa insipira VIDA – Flavia Diniz Valadares

autoestima, Confissões, Depoimentos

maio 19, 2014

No ano passado, postei um texto que falava de como as roupas que vestimos influenciam nosso comportamento (clique aqui para ler). Foi baseado em um estudo científico que observou como as pessoas executavam tarefas vestidas de um jeito A ou B. Este estudo comprovou algumas impressões que eu tinha sobre mim mesma e as minhas atitudes.

Conversando com a Flávia um dia desses ela compartilhou que em diversas situações o que ela vestia a inspirava a dar uma aula melhor ou a ajudava a ter mais inspiração para preparar uma palestra. Foi aí que surgiu a ideia deste texto onde ela divide com a gente como o que ela veste deixa a mente e a vida mais iluminada.

Espero que gostem!!!

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A influência do nosso humor, estilo e escolhas de vida no nosso guarda-roupa e óbvia. A outra via da mão dupla externo-interno é um pouco menos óbvia… O uso dessa via pode nos ajudar muito. Este texto nada tem de filosófico, são exemplos práticos de como a roupa (externo) me inspirou comportamentos e criou (pasmem: CRIOU!) situações na minha vida.

Quando compro uma roupa nova, logo vem a vontade de criar uma situação para usá-la: trabalho, congresso, palestra, festa, jantar com amigos, etc. Há cerca de dois anos, estive tão empolgada com meus vestidos fresquinhos de verão que passei a gostar mais de sair – vivi uma fase quase “baladeira” por uns meses. Até meu aniversário fica mais interessante quando produzo um look novo para usar na comemoração. Aliás, minha vontade de comemora-lo e proporcional a minha empolgação com a roupa nova especial para a ocasião.

Quando saí da cidade que eu amava profundamente (longe da qual eu não imaginava viver), me desfiz de 3/4 (isso mesmo: 75%!) do meu guarda-roupa para me mudar. Essa atitude era para me trazer leveza, mas acabou me trazendo muita aridez. Meu novo guarda-roupa excessivamente básico, prático e voltado 99% para o trabalho contribuiu para que minha nova vida fosse excessivamente básica, prática e 99% voltada para o trabalho.

Hoje vejo como minhas escolhas de vida e de guarda-roupa poderiam ter sido mais leves, flexíveis e divertidas… Não dou mais nenhum crédito a geografia, pois levo a felicidade comigo a toda parte. O aprendizado que tirei daquela fase me ajudou a valorizar e redobrar o glamour no dia-a-dia. A praticidade continua…mas aos poucos vou floreando a roupa e a vida.

Quando fiz concurso para o cargo de professora universitária, usei um par de sapatos de salto baixo que eu amava demais e construí meu papel através deles. Eu me visualizava dando aulas com os tais sapatos e me sentia de fato professora. Complicado explicar como aconteceu mas de fato um objeto externo me trouxe uma sensação interna. Mais ainda: o objeto me ajudou a produzir um resultado prático (aprovação no concurso).

Aprofundei-me de tal forma no exemplo anterior que quando sou chamada para alguma palestra, antes de preparar o conteúdo, crio o look que usarei e este look me traz minha inspiração para elaborar a apresentação. A empolgação em criar o look se converte em empolgação para criar o material didático. Penso assim: a aula tem que ser mais maravilhosa que o visual, pois é o objetivo final, então capricharei em dobro!

Moral da história: precisa tomar uma decisão importante, arrume seu armário! Organização física traz organização mental. Precisa de autoconfiança e bem-estar, vista-se bem! Num dia ruim, faça as unhas (cabelo, maquiagem, depilação, massagem, corrida, malhação, whatever…) para que a melhora externa se propague para dentro. As pequenas mudanças externas são infinitamente mais fáceis de fazermos e o resultado e infinitamente mais amplo. Lembrando: essa separação interno-externo só existe na nossa mente… Bora praticar!

P.S.: O meu maior ganho com a valorização do meu vestir não foi em inspiração, tampouco em quaisquer resultados de conquistas. A roupa me trouxe equilíbrio. Não só aquele clichê entre equilibrar a vida material e a vida espiritual. A roupa me ajuda a focar no presente (literalmente através das sensações táteis). Viver com o corpo e a mente no presente me tirou as tristezas do passado e as ansiedades do futuro. Nada melhor que ocupar-se em vez de pre-ocupar-se!

Beijos!
Flavia

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Este look foi construído a partir do lenço e me inspirou a fazer uma das minhas apresentações.

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Look que usarei no meu aniversário

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Como sou alérgica à metais, os lenços são uma forma de colorir todos os meus looks. Este em especial me deu inspiração para escrever uma das apresentações que fiz recentemente.

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Flavia Diniz Valadares é bastante médica, muito cirurgiã, bastante oncologista, aprendendo a ensinar, curiosa demais da conta, multifuncional, sempre em mutação, aprendendo a amar a si e aos outros.

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Depoimento de cliente

autoestima, Consultoria de Moda, Depoimentos

março 9, 2014

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A Flávia foi uma das clientes mais interessantes que eu já tive. Acho que nos tornamos amigas antes mesmo de nos vermos pela primeira vez. Um exemplo de superação, de garra, de vontade de aprender, de se superar a cada dia. Cheia de vida, de atitudes positivas e de muito amor para dar.

A semana que passei em Viçosa, Minas Gerais, foi sem dúvida, uma das mais intensas da minha vida. Conheci mulheres incríveis, tive a chance de deixar o guarda-roupa delas mais interessante e ainda ganhei amigas que espero manter para o resto da vida.

E a Flávia resolver dar um depoimento de como ele viu a experiência da consultoria.

Imperdível!!

Por que resolvi fazer uma consultoria de moda?

No início, esperneei e tentei me refugiar na Filosofia tentando descobrir se era ou não “ético” ser julgada (ora absolvida, ora condenada) pela aparência. Já era! O inconsciente captou e julgou enquanto o ego fazia pirraça… Então achei mais sensato usar a aparência a meu favor e melhorar o tal “capital erótico”.

Comecei a ler as tradicionais “dicas para se vestir”: “disfarçar o quadril”, “disfarçar a barriga”, “disfarçar as coxas grossas”, “disfarçar o pescoço”…  Aff! Melhor colocar logo uma burca! Pensando bem, fazer uma consultoria de moda vai ser mais divertido! (e mais fresquinho que usar uma burca…)

Não sou magra, nem loira… Não tenho olhos claros, tampouco cabelos lisos…  E não tenho 20 anos de idade! Mesmo com toda a falta de imaginação dos criadores e mantenedores do tal “padrão de beleza”, resolvi me aceitar como sou e exercitar todos os meus talentos. Beleza é um deles!

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Eu mereço ser bela! Quando a natureza não ajuda, as habilidades da consultora de moda o fazem. É mais desafiador vestir elegantemente uma mulher “carnuda” do que uma top model! Outro detalhe: mulheres grandes, por ocuparem mais espaço no mundo (literalmente), devem zelar pela qualidade desse espaço: beleza sim! Bom gosto e estilo em grandes proporções!

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Eu mereço me cuidar! Todas as pessoas merecem, mas tenho um agravante: sou médica e professora de medicina. Levanto a bandeira do autocuidado para os pacientes e alunos. Nada mais justo que eu dar o exemplo: em tempos de doenças do corpo e da alma, mostrar que é possível cultivar a beleza, a delicadeza e a harmonia todos os dias.

Eu mereço me vestir com sofisticação! Algumas mulheres pensam que, por não terem o corpo que sonharam, podem se vestir com “qualquer coisa”. Nããão! Repito: o que a natureza não fez, uma roupa bem escolhida fará!

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Eu mereço ser amada! Por mim mesma e pelos outros. Claro que o autoconhecimento, a autoaceitação e o amor-próprio não são etapas definitivas na vida: acho que se assemelham a uma eterna “casca de cebola”, que vamos pacientemente explorando camada a camada…

Eu mereço ser feliz! A minha felicidade tem a ver com manifestar o máximo possível da essência no dia-a-dia. Por isso, o espaço que eu ocupo tem que me representar. Qual o espaço mais evidente para a alma se expressar do que o corpo?

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Por que busquei A consultoria de moda da Juliana Cordeiro do “Sem Espartilhos”?

Escolhi cuidadosamente uma pessoa que eu admirasse profundamente e em quem eu pudesse confiar. Encarei a consultoria como um processo terapêutico e a escolha do terapeuta é extremamente pessoal.

Há mais de um ano, descobri o Sem Espartilhos através de outro blog (o Sobre a Vida) e achei sua proposta bem interessante: a primeira frase já remete ao autoconhecimento e à reflexão. Escolhi a Juliana pela elegância e pelas roupas descomplicadas. Mais ainda, escolhi a Juliana porque ela lança um olhar amoroso sobre nós mulheres e nos inspira o aprimoramento da nossa autoestima. Com conhecimento, a roupa passa a expressar de forma inequívoca quem somos e o que queremos. Aí a moda vira uma dança envolvente e libertadora.

Detalhe: a Juliana (muito aventureira) se dispôs a viajar por quatro horas a partir do aeroporto de Confins até chegar a Viçosa-MG.

 Como foi durante a consultoria?

A consultoria coincidiu com meu período de férias e isso fez toda a diferença na minha dedicação ao processo. Senti medo da mudança, mas ansiava tanto por ela que a incorporei apesar de todos os receios. Meu armário era bem organizado e enxuto. Mesmo assim saiu muita coisa! Não senti dor na hora de tirar as peças do armário. A expectativa é sempre pior que o fato. No fundo eu pensei: “para cada peça que sai, entrará uma que tem mais a ver comigo”.

As compras: confesso que subestimei esta etapa. Nunca fui de comprar muita coisa de uma vez… E não imaginei que fosse encontrar em tão pouco tempo tantas peças lindas que me vestissem maravilhosamente bem! Agora sei comprar com mais critério (corte, caimento e acabamento) e estou mais atenta às possibilidades de combinações entre as peças.

E depois?

Fiquei mais elegante, sofisticada e confiante. Encontrei meu estilo: diva! Estou mais generosa comigo mesma e me cuido cada vez mais (até na alimentação!).

Como não existe fronteira corpo-mente-alma, uma vez aprendidas, as possibilidades do vestuário se manifestarão em todos os aspectos da vida.

O maior ganho fluiu junto: a amizade da Juliana (Ju)!!! Toda a minha gratidão a ela, que entrou na minha vida como profissional talentosa e cá permaneceu como pessoa maravilhosa.

Queridas leitoras do Sem Espartilhos, não esperem pelas circunstâncias “favoráveis” (muito menos pelas “ideais”): felicidade A-G-O-R-A! Nós todas merecemos.

Beijos!

Flávia (Flá)

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A Flávia foi uma das clientes mais interessantes que eu já tive. Acho que nos tornamos amigas antes mesmo de nos vermos pela primeira vez. Um exemplo de superação, de garra, de vontade de aprender, de se superar a cada dia. Cheia de vida, de atitudes positivas e de muito amor para dar.

A semana que passei em Viçosa, Minas Gerais, foi sem dúvida, uma das mais intensas da minha vida. Conheci mulheres incríveis, tive a chance de deixar o guarda-roupa delas mais interessante e ainda ganhei amigas que espero manter para o resto da vida.

E a Flávia resolver dar um depoimento de como ele viu a experiência da consultoria.

Imperdível!!

Por que resolvi fazer uma consultoria de moda?

No início, esperneei e tentei me refugiar na Filosofia tentando descobrir se era ou não “ético” ser julgada (ora absolvida, ora condenada) pela aparência. Já era! O inconsciente captou e julgou enquanto o ego fazia pirraça… Então achei mais sensato usar a aparência a meu favor e melhorar o tal “capital erótico”.

Comecei a ler as tradicionais “dicas para se vestir”: “disfarçar o quadril”, “disfarçar a barriga”, “disfarçar as coxas grossas”, “disfarçar o pescoço”…  Aff! Melhor colocar logo uma burca! Pensando bem, fazer uma consultoria de moda vai ser mais divertido! (e mais fresquinho que usar uma burca…)

Não sou magra, nem loira… Não tenho olhos claros, tampouco cabelos lisos…  E não tenho 20 anos de idade! Mesmo com toda a falta de imaginação dos criadores e mantenedores do tal “padrão de beleza”, resolvi me aceitar como sou e exercitar todos os meus talentos. Beleza é um deles!

Eu mereço ser bela! Quando a natureza não ajuda, as habilidades da consultora de moda o fazem. É mais desafiador vestir elegantemente uma mulher “carnuda” do que uma top model! Outro detalhe: mulheres grandes, por ocuparem mais espaço no mundo (literalmente), devem zelar pela qualidade desse espaço: beleza sim! Bom gosto e estilo em grandes proporções!

Eu mereço me cuidar! Todas as pessoas merecem, mas tenho um agravante: sou médica e professora de medicina. Levanto a bandeira do autocuidado para os pacientes e alunos. Nada mais justo que eu dar o exemplo: em tempos de doenças do corpo e da alma, mostrar que é possível cultivar a beleza, a delicadeza e a harmonia todos os dias.

Eu mereço me vestir com sofisticação! Algumas mulheres pensam que, por não terem o corpo que sonharam, podem se vestir com “qualquer coisa”. Nããão! Repito: o que a natureza não fez, uma roupa bem escolhida fará!

Eu mereço ser amada! Por mim mesma e pelos outros. Claro que o autoconhecimento, a autoaceitação e o amor-próprio não são etapas definitivas na vida: acho que se assemelham a uma eterna “casca de cebola”, que vamos pacientemente explorando camada a camada…

Eu mereço ser feliz! A minha felicidade tem a ver com manifestar o máximo possível da essência no dia-a-dia. Por isso, o espaço que eu ocupo tem que me representar. Qual o espaço mais evidente para a alma se expressar do que o corpo?

Por que busquei A consultoria de moda da Juliana Cordeiro do “Sem Espartilhos”?

Escolhi cuidadosamente uma pessoa que eu admirasse profundamente e em quem eu pudesse confiar. Encarei a consultoria como um processo terapêutico e a escolha do terapeuta é extremamente pessoal.

Há mais de um ano, descobri o Sem Espartilhos através de outro blog (o Sobre a Vida) e achei sua proposta bem interessante: a primeira frase já remete ao autoconhecimento e à reflexão. Escolhi a Juliana pela elegância e pelas roupas descomplicadas. Mais ainda, escolhi a Juliana porque ela lança um olhar amoroso sobre nós mulheres e nos inspira o aprimoramento da nossa autoestima. Com conhecimento, a roupa passa a expressar de forma inequívoca quem somos e o que queremos. Aí a moda vira uma dança envolvente e libertadora.

Detalhe: a Juliana (muito aventureira) se dispôs a viajar por quatro horas a partir do aeroporto de Confins até chegar a Viçosa-MG.

 Como foi durante a consultoria?

A consultoria coincidiu com meu período de férias e isso fez toda a diferença na minha dedicação ao processo. Senti medo da mudança, mas ansiava tanto por ela que a incorporei apesar de todos os receios. Meu armário era bem organizado e enxuto. Mesmo assim saiu muita coisa! Não senti dor na hora de tirar as peças do armário. A expectativa é sempre pior que o fato. No fundo eu pensei: “para cada peça que sai, entrará uma que tem mais a ver comigo”.

As compras: confesso que subestimei esta etapa. Nunca fui de comprar muita coisa de uma vez… E não imaginei que fosse encontrar em tão pouco tempo tantas peças lindas que me vestissem maravilhosamente bem! Agora sei comprar com mais critério (corte, caimento e acabamento) e estou mais atenta às possibilidades de combinações entre as peças.

E depois?

Fiquei mais elegante, sofisticada e confiante. Encontrei meu estilo: diva! Estou mais generosa comigo mesma e me cuido cada vez mais (até na alimentação!).

Como não existe fronteira corpo-mente-alma, uma vez aprendidas, as possibilidades do vestuário se manifestarão em todos os aspectos da vida.

O maior ganho fluiu junto: a amizade da Juliana (Ju)!!! Toda a minha gratidão a ela, que entrou na minha vida como profissional talentosa e cá permaneceu como pessoa maravilhosa.

Queridas leitoras do Sem Espartilhos, não esperem pelas circunstâncias “favoráveis” (muito menos pelas “ideais”): felicidade A-G-O-R-A! Nós todas merecemos.

Beijos!

Flávia (Flá)

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Quer saber mais sobre a consultoria??

Consultoria expressa

Consultoria completa

Consultoria compacta

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