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Sapatos Fascinantes, por Carmem Munhoz

Acessórios, Arte, beleza, Design, Estética, Estilistas, Estilo, História, Luxo, Moda, Sapatos

setembro 28, 2012

 

Arielle Dombasle em ensaio fotográfico para 20 anos de Christian Louboutin

Invocando o fetiche pelos sapatos femininos Christian Louboutin criou um vídeo muito especial para comemorar os 20 anos da marca. Recheado de inovação, criatividade, ousadia, glamour e idealização fetichista o vídeo, que na verdade é o making off do ensaio fotográfico, mostra o poder que um par de Louboutin pode proporcionar a quem o usar.

Acostumado a desenhar calçados desde criança (aos 15 anos desenhou calçados para dançarinas) o designer francês cria sapatos que deixa as mulheres incrivelmente femininas.

As famosas solas vermelhas laqueadas são como uma assinatura do designer. Também marcam os passos da mulher que os usa, pois como um perfume, deixam um registro visual puxando os olhares para  acompanhar o seu caminhar.

Ficheiro:Louboutin altadama140.jpg

Christian Louboutin

Ficheiro:LagguageShoe by ChristianLouboutin.jpg

Christian Louboutin

Christian Louboutin

 

As mulheres anseiam por um visual que chame a atenção para sua feminilidade. Os homens são atraídos por corpos que se insinuam. Os sapatos de salto alto são as ferramentas perfeitas para o sutil jogo da sedução.

Outro criador de sapatos fascinantes é Manolo Blahnik. O espanhol foi nomeado Designer de Acessórios do Ano pelo Conselho Britânico de Moda em 1990 e 1999.  “Um belo par de Manolos é melhor que sexo”, disse Madonna. “Claro, dura muito mais”, completou o estilista. Sarah Jessica Parker era uma “viciada em Manolo” no seriado Sex and the City, onde interpretava a protagonista Carrie Bradshaw. Na vida real, se tornou sua melhor garota-propaganda.

Ficheiro:Manolo Blahnik.jpg

Manolo Blahnik

Manolo Blahnik

Manolo Blahnik

 

Já o estilista Jimmy Choo acredita que não é preciso ter dinheiro para ser elegante, porém afirmou que “as pessoas pagam o que eu pedir por uma criação minha”. Realmente seus sapatos são considerados obra de arte. Malasiano radicado na inglaterra, diz que é preciso compreender a mulher antes de desenhar para ela. O peculiar designer sustenta hoje um império do luxo avaliado em US$ 800 milhões.

“A princesa Diana era uma mulher insegura. Achava seus pés feios e não usava sandálias de jeito nenhum”, revelou em entrevista para a ISTOÉ.

img1.jpg

Jimmy Choo chaussures luxe femme

Jimmy Choo

 

Outros designs de sapatos fascinantes:

 

Design Alexander McQueen

 

 

Miu Miu chaussures femme luxe discount

Design Miu Miu

 

dior

Dior

 

Sapatos são fascinantes, bem sabe Cinderela!

 

 

beijos e até a próxima!

 

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Carmem Munhoz é artista plástica, arte-educadora, artesã, ilustradora, pesquisadora e designer de bijus, mãe, esposa, mulher. Ama a vida, a família, seus alunos, e pela arte é apaixonada desde pequena. Algumas das bijus da Carmem podem ser encontradas clicando neste link ou no facebook.

 

Carmem Munhoz no Sem Espartilhos:

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A história das bolsas – parte 2

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Luxo por mãos brasileiras – por Carmem Munhoz

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setembro 21, 2012

Maravilhosas bolsas da grife Carlos Falchi

Carlos Falchi Moroccan Bag

Carlos Falchi é dono de uma grife que fatura mais de US$40milhões por ano. Mineiro, Carlos Falchi confessa que falar do Brasil dá vontade de chorar… pois foi viver em Nova York em 1964, quando tinha apenas 18 anos de idade. Começou como ajudante de garçom em um badalado bar frequentado por brilhantes personalidades: o Max´s Kansas City. Customizava suas próprias roupas com couros exóticos e foi assim que chamou a atenção e recebeu encomendas de algumas celebridades como Mick Jagger, Miles Davis, Tina Turner e Elvis Presley!

Falchi tem sua grande chance em 1970, quando mostrou suas bolsas para a loja de grifes Bendel. Tamanho foi o sucesso que Yves San Laurent   chamou-o para conhecer suas criações, ocasião em que lhe encomendou vários trabalhos exclusivos.

Falchi projeta bolsas delicadas combinando cores e padrões de forma inusitada. Suas criações são tão apreciadas nos Estados Unidos que chegaram a ser exibidas na série Sex and the City. Carlos Falchi, com clientes como Madonna e Cher, admite que volta e meia vem ao Brasil para uma dose de brasilidade, pois é daqui que tira toda sua inspiração criativa.

Assista ao vídeo, pois é o próprio Carlos Falchi que conta sua história:

Carlos Falchi (Planeta Brasil)

Eu confesso que fiquei emocionada!

Beijos e até a próxima!

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Carmem Munhoz é artista plástica, arte-educadora, artesã, ilustradora, pesquisadora e designer de bijus, mãe, esposa, mulher. Ama a vida, a família, seus alunos, e pela arte é apaixonada desde pequena. Algumas das bijus da Carmem podem ser encontradas clicando neste link ou no facebook.

 

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Moda e arte. Surreal!!! por Carmem Munhoz

Acessórios, Arte, beleza, Bolsas, Estilistas, Estilo, História, Maquiagem, Moda, Sapatos

setembro 14, 2012

 

 

Vestidos de Elsa Shiaparelli com inspiração surrealista

O surrealismo foi um movimento artístico e literário que surgiu em Paris em 1920. Influenciados pelas teorias psicanalíticas de Sigmund Freud, artistas como Salvador Dali, Marx Ernest, André Breton, René Magrite, Marcel Duchamp, Man Ray, Francis Picabia e Luis Buñuel, entre outros, passaram a explorar o inconsciente como fonte para suas criações.

Na moda, a estilista Elsa Shiaparelli adotou o surrealismo como sua linguagem e estilo. Elsa criou inúmeras bolsas dentro desse estilo, como a bolsa “Música” com som e luzes.

Extravagante, além de bolsas criou chapéus e vestidos. Inaugurou o desenvolvimento de coleções temáticas como conhecemos hoje. Inventou o shocking pink – tom de rosa forte e brilhante que utilizou em vários produtos. Foi a 1a. estilista a utilizar o ziper nas roupas de alta-costura. Fez diversos trabalhos em parceria com Salvador Dali e inspirou-se em outros surrealistas.


Chapéu sapato, parceria com Dali.

 

o Telefone Lagosta de Dali inspirou o vestido de Elsa.

 

As gavetas do inconsciente – teorias de Freud nas obras de Dali e Shiaparelli:

O Contador Antropomórfico e

Vênus de Milo com Gavetas, ambas de Salvador Dali, obras de 1936, inpiração para Elsa no casaco-gaveta:

 

Desenho de Elsa  para o casaco-gaveta.

Casaco-gaveta pronto.

Elsa e o surrealismo continuam influenciando a moda:

mão

Katty Perry em vestido da Neon.

“Le Violon d’Ingres” obra do fotógrafo surrealista Man Ray, 1924.

 

e novamente Katty Perry no vestido de Jean Charles de Castelbajac.

 

Colar criado por Elsa Schiaparelli e a atriz Blake Lively.

 

A criatividade não tem limites para os estilistas de bolsas:

Bolsas e colar da Azumi.

 

Crédito: Reprodução/Glamour

 

01

Carteira em formato de bola de futebol americano de Alexandre Herchcovitch, a bolsa-máscara de Karl Lagerfeld e a galinha da Q-Vizu.

Autenticidade na obra da designer de bolsas espanhola Inés Figaredo:

Eu adorei e você?

Semana que vem tem mais, beijos e até lá!!

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Carmem Munhoz é artista plástica, arte-educadora, artesã, ilustradora, pesquisadora e designer de bijus, mãe, esposa, mulher. Ama a vida, a família, seus alunos, e pela arte é apaixonada desde pequena. Algumas das bijus da Carmem podem ser encontradas clicando neste link ou no facebook.

 

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Look 2 – camisa de seda

Acessórios, Consultoria de Moda, Dicas, Estilistas, Estilo, Moda, Sapatos, Viagens

setembro 11, 2012

Esta foi uma peça escolhida com muito carinho em uma viagem que fiz a Cartagena na Colombia no começo deste ano.

A designer é uma renomada estilista Colombiana chamada Silvia Tcherassi (http://www.silviatcherassi.com). Ela faz roupas lindas, ultra femininas e de uma leveza incrível. Tem também um hotel botique que leva o nome dela na cidade. (http://www.tcherassihotels.com/)

Eu gosto especialmente do movimento que esta camisa tem. É de seda bem fininha e tem uma abertura super charmosa nas costas.

Eu sempre uso com uma regata de suplex por baixo e legging ou montaria bem justinha para que a blusa não perca o movimento.

Aí está:


Beijos e até o look de amanhã.

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Saiba mais sobre você antes de fazer a sua mala:

Tipo físico:

1. tipo físico ideal

2. tipo físico triângulo

3. tipo físico triângulo invertido

4. tipo físico redondo ou oval

5. tipo físico retangular

6. tipo físico ampulheta

7. tipo físico diamante

 

Estilo:

Estilo

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Série estilo em 13 postagens

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Estilo Romântico

Estilo clássico

Estilo sexy

Estilo sofisticado

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Estilo pop

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Se moda não é resgate, o que é?

Comportamento, Estilistas, História

junho 19, 2012

Poucas coisas mexem tanto com o imaginário feminino quanto a moda. Mulheres são capazes de loucuras para ter. Mas não sejamos ingênuos, não é o ter em si. É, ademais, a sensação de prazer, de desejo atendido, de poder e autoestima elevada ao vestir e exibir a peça cobiçada.

A moda vive de paixão e vaidade {leia mais} . O homem sempre arrumou uma forma de cobrir o corpo e adornar-se. Isso não é novo e nem é novidade. Um dos grandes nomes da moda, Christian Dior, surgiu porque entendeu que a feminilidade precisava ser resgatada. As mulheres vinham de anos usando roupas utilitárias {leia mais}, enfrentando racionamento de tecido, de uma segunda guerra mundial que deixou sequelas também na moda e, no caso de Christian Dior, ajudou a fazer história.

Quando eu falei da moda dos anos 50 aqui no Sem Espartilhos {leia mais}, eu não fiz jus à contribuição deste estilista ao mundo feminino. Não porque não soubesse o seu valor, mas porque a ideia daquela série era somente dar uma pincelada no que foi a moda década a década.

Então, imaginemos o cenário:2a Guerra Mundial, escassez, confrontos, medo, racionamento, incertezas, devastação, sofrimento, perdas, mortes, sangue, dor, extermínio. Homens no campo de batalha, mulheres no mercado de trabalho. Solidão, instinto de sobrevivência.

Neste cenário, não há lugar, nem espaço e nem tampouco acolhimento para a vaidade. Sonhar é arriscado. Desejar é proibido. Consumo é apenas necessidade.

Já deu para entender que o contexto não estava para a moda, certo!?

Aí vem Christian Dior, um homem na faixa dos 40 anos, até então desconhecido em meio a uma Europa em frangalhos e lança um look ultra feminino, suave, delicado e cheio de tecido. O impacto é tão forte que o governo britânico proíbe a editora da Vogue inglesa na época Alison Settle de mencionar o nome de Dior nas suas páginas. Uma tentativa de negar a sua existência. Inútil, o New Look de Dior se espalhou como pólvora. As que podiam, compravam o original. As que não, compravam as cópias produzidas em escala industrial.

 

Mas, o que tinha esta roupa de tão especial?

Em matéria de invenção, nada. Este look acinturado, com saia rodada e ombros estreitos não é criação de Dior. Esta moda já existia há séculos. Inventar moda mesmo, quem inventou foi Chanel com seu figurino moderno, livre de espartilhos.  O que Dior fez foi resgatar a mulher em toda sua ternura, felicidade e amor, como ele próprio diz:

Parecia ter novamente chegado uma idade de ouro. A guerra tinha desaparecido de vista e não havia mais guerras no horizonte. Que importa o peso dos meus suntuosos tecidos, dos meus pesados veludos e brocados? Quando a leveza se alojava nos corações, não eram simples tecidos que acabrunhavam o corpo. A abundância ainda era uma novidade demasiado recente  para que o culto da pobreza se desenvolvesse a partir de um esnobismo às avessas… As minhas primeiras criações receberam nomes como “Amor”, “Ternura” e “Felicidade”. As mulheres compreenderam instintivamente que eu sonho torná-las não só mais belas mas também mais felizes. Foi por essa razão que me recompensaram tornando-se minhas clientes.”

Dior pode não ter inventado moda, mas certamente trouxe de volta o interesse pelo agradar-se. Então, para quem ainda acha que moda é bobagem, agradar-se é?

Beijos.

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