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Anjinhos Distraídos por Mariza Cordeiro

Comportamento

abril 28, 2012

Autor Desconhecido

Era uma vez um anjinho, muito distraído, chamado Amorel. Ele recebeu uma incumbência de Deus.
Amorel acabo de inventar os humanos, eles estão classificados como homem e mulher.

Cada um tem seu par e já estão todos alinhados de par em par. Pegue esta bandeja de humanos e leve para que eles habitem a terra.

Amorel ficou contente, pois há muito tempo o Senhor não o chamava para tão nobre trabalho. O anjinho pegou a bandeja e ao virar uma esquina lá no céu, trombou com uma anjinha chamada Amanda. A bandeja voou longe, e todos os casais de humanos se misturaram.

Amorel e Amanda ficaram desesperados e foram contar para Deus o ocorrido.

O Senhor falou:

-Vocês derrubaram, vocês juntarão!

Porém, parece que Deus se esqueceu que os anjinhos eram distraídos. E é por isso que a cada dia os casais se juntam e se separam. Os dois anjinhos trabalham incessantemente para que os casais originais se encontrem.

O trabalho é muito difícil, tanto que por muitas vezes eles juntam casais errados, pois os humanos espalhados ficam inquietos e cobram o serviço dos anjinhos o tempo todo.

Quando os humanos se mostram muito desesperados, os anjinhos unem dois desesperados, mas logo depois percebem o engano e os separam.

E, por muitas vezes esta separação é brusca, pois não se tem tempo a perder.

Recebi um bilhete dos dois anjinhos e vou mandar pra você agora:

“Se você é humano! Estamos trabalhando com empenho, porém. sempre contando com a ajuda de vocês.

Não se desesperem, mas também, não se isolem; tentem mostrar realmente quem é cada um de vocês, pois a medida que cada um mostrar o que é de verdade. vai tornar o nosso trabalho mais fácil.

Aproveitamos a oportunidade, para nos desculpar pelas separações abruptas, sabemos que elas geram muito transtorno, mas se nós o separam os de alguém, é por que em algum canto vimos alguém bem mais parecido e por isso precisamos isolá-los para facilitar o encontro.”

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O amor deixa as pessoas mais bonitas

Comportamento

abril 15, 2012

Por Frederico Mattos*

Não sei dizer o que acontece, mas sei quando uma pessoa está amando. Algo muda na pele, no olhar, na postura e no jeito de falar.

Repare como se olham...

Ela fica mais bonita. Não é só o fato dela ficar estar arrumada, ajeitada, mas algo de bonito começa a transpirar.

Brinco que a pessoa fica possuída por uma força transcendental.

O amor é esse sentimento que dá um formato diferenciado na imagem, como se fossem dois corpos num só e, no entanto, ainda dois.

A pessoa resplandece, brilha e olha de um jeito que é perceptível o quanto está inebriada por algo que vai além das palavras.

A ideia de pertencer à vida de outra pessoa nos torna mais cativantes, parece que os assuntos habituais são narrados de uma maneira diferenciada, especial, como se o mundo tivesse um sabor diferente. Isso explica porque homens e mulheres se tornam mais atraente quando entram num relacionamento, pois parecem assumir uma postura única, como se já soubessem o que buscar da vida.

A pele da pessoa fica mais corada (afinal o sexo ativa o corpo como um todo), a dicção é mais segura e a rotina parece mais excitante. Não digo isso na fase da paixão, mas no todo, afinal um casal que cultiva bons hábitos a dois não perde o pique, pois vê a vida à dois como uma jornada incessante de crescimento.

O amor, aliás, dá motivação para crescer emocionalmente, pois ninguém quer se ver paralisado numa história agindo como uma criança carente e cheia de joguinhos de poder.

O relacionamento amoroso amplia o repertório musical, cultural, estético e espiritual. Como se surgisse uma sede por mais experiências, mais vida. Os círculos de interesse crescem e tudo ganha um colorido diferente, até o guarda-roupa muda!

Tudo isso pode acontecer quando não se tem um amor? Claro que sim, mas não sei explicar, ao lado de alguém vejo as pessoas se transfigurarem.

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Frederico Mattos é um homem apaixonado, sonhador nato, psicólogo provocador, escritor de um não best-seller e empresário. Adora contar e ouvir histórias de vida. Nas demais horas medita, faz dança de salão, Muay Thai, lava pratos e escreve no blog Sobre a vida. No twitter é@fredmattos.

 

 

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A felicidade e o tempo por Mariza Cordeiro

Comportamento, História

abril 14, 2012

 

 

Autor Desconhecido

Oi! Muito prazer!

Meu nome é felicidade. faço parte daqueles que têm amigos, pois ter amigos é ser feliz.

Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é futuro e hoje é uma dádiva. Por isso se chama presente.

Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do amor, que acreditam que para uma história bonita, não há ponto final.

Sou casada, sabiam? Sou casada com o tempo.

Ah! meu marido é lindo!

Ele é responsável pela resolução de todos os problemas, cura machucados, vence a tristeza…

Juntos, eu ( felicidade) e o tempo tivemos três filhos: a amizade, a sabedoria e o amor.

A amizade é a filha mais velha, uma menina linda, sincera e alegre.

A amizade brilha como o sol, une as pessoas, pretende nunca ferir, sempre consolar.

A do meio á a sabedoria. Culta e íntegra, sempre foi mais apegada ao pai, o tempo.

A sabedoria e o tempo andam sempre juntos!

O caçula é o amor. Ah!, como esse me dá trabalho!

É teimoso. Ás vezes, só quer morar em um lugar.

Eu vivo dizendo:
-Amor, você foi feito para morar em dois corações, não apenas em um.

O amor é complexo, mas é lindo, muito lindo.

Quando ele começa a fazer estragos, eu chamo logo o pai dele, o tempo, e aí o tempo sai fechando as feridas que o amor abriu!

Uma das pessoas mais importantes na vida me ensinou uma coisa:
- Tudo no final, sempre dá certo. Se ainda não deu, é porque não chegou ao fim.

Por isso, acredite sempre na minha família, acredite no tempo, na amizade, na sabedoria e, principalmente, no amor.

Aí, quem sabe um dia, eu, a felicidade, não bato á sua porta?

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Convite á Loucura por Mariza Cordeiro

Comportamento

março 10, 2012

autoria anônima

A loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa.

Todos os convidados foram.

Após o café, a loucura propôs:

-Vamos brincar de esconde-esconde?

-Esconde-esconde? O que é isso? perguntou a curiosidade.

-Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até 100 e vocês se escondem.

Ao terminar de contar, eu vou procurar e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.

Todos aceitaram, menos o medo e a preguiça.

-1,2,3…., a loucura começou a contar.

A pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer.

A timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de um árvore.

A alegria correu para o meio do jardim.

Já tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder.

A inveja acompanhou o triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra.

A loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.

O desespero ficou desesperado ao ver que a loucura já estava no 99.

-100! Gritou a loucura. Vou começar a procurar…

A primeira a aparecer foi a curiosidade, já que não aguentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar.

Ao olhar para o lado, a loucura viu a dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar.

E assim foram aparecendo a alegria, a tristeza, a timidez….

Quando estavam todos reunidos, a curiosidade perguntou:

-Onde está o amor?

Ninguém o tinha visto. A loucura começou a procurá-lo.

Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do amor aparecer.

Procurando por todos os lados, a loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente, ouviu um grito.

Era o amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. A loucura não sabia o que fazer.

Pediu desculpas, implorou pelo perdão do amor e até prometeu segui-lo para sempre.

Moral da história:

O amor aceitou as desculpas e é por isso que hoje e em todo o sempre, o amor é cego e a loucura o acompanha sempre.

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