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Como melhorar sua autoestima de verdade por Frederico Mattos

Comportamento

junho 3, 2012

Quando o assunto é autoestima ouço muita marmelada. Gente que confunde autoestima com narcisismo ou com autoconhecimento ou com encontro com sua essência.

Sou mais prático, autoestima é quando você é capaz de cuidar e apreciar aquilo que você FAZ.

Sim, tem que escalar para chegar no cume

Tem pessoas que acham que o mais importante é sua essência boa, pura e cheia de amor para dar que de fato ninguém nunca viu. Elas alegam medo, timidez ou receio de sofrer, mas na minha visão isso não importa, pois se você não faz nada do que acha que realmente é, isso é só uma fantasia de si mesmo.

Que você tenha todo o amor do mundo, o que está realmente fazendo para que o “mundo”  (de 3 a 5 pessoas ao seu redor) conheça? Tem conseguido elogiar (você está tão bonita hoje), fazer carinho (vem cá, põe a cabeça no meu colo para te fazer um chamego), dar um apoio (eu nem imagino como deva estar sendo difícil isso, mas estou do seu lado, aqui e agora e prometo que não vou fugir) e ser generoso?

Você tem ideias sensacionais que poderiam mudar o mundo? Uau! Então onde elas estão aplicadas na vida real, tem um projeto no papel, sólido, viável? Já fez um experimento disso num contexto pequeno e com poucas pessoas? Já conversou com alguém da área que se aplica essa ideia (ou fica alegando que tem medo que alguém roube sua genialidade)?

Você tem dúvidas sobre sua beleza? Já procurou alguém que seja realista para dizer o que pode melhorar ou não na sua aparência? Você consegue deixar de comer besteiras (de verdade, sem peso e sem mimo de quem perdeu a mamadeira porque acha que tudo tem que ser gostosinho)? Já ativou o seu corpo com afinco (sem reclamar que é muito doloroso e chato a academia e desistir no primeiro mês porque não perdeu 100 kg)? Consegue se vestir bem ou fica sambando em roupas grandes e pequenas como se fosse um saco de batata e alegando que roupa não define carater?

Ouça com atenção, NENHUM milagre vai acontecer para que você comece a gostar de si mesmo se não tiver um mínimo de persistência para FAZER algo realmente significativo. A maior parte das pessoas que tem baixa autoestima fica lamentando, choramingando, falando que a culpa é da insensibilidade dos outros que não reconhecem a pessoa especial que (no fundo, bem lá no fundo) é.

Desculpa avisar, ninguém vai gostar realmente de uma pessoa que carrega uma nuvem escura em cima da cabeça.

A pessoa com baixa autoestima costuma ser mimada e imaginar que tudo acontece num passe de mágica, sem nenhum empenho. Alega que não consegue mudar (não quer fazer o serviço sujo e chato) e que tudo é difícil.

Para ser uma pessoa apaixonada por si mesma, tem que ser alguém apaixonável e para isso tem que fazer algo concreto e apaixonante. Algo que seja do seu gosto e brilhe aos seus olhos e que no final das contas vai encantar o olhar dos outros. O amor dos outros vai reforçar sua autoestima (se você não ficar com frescura recusando elogios) e isso será um ciclo positivo até o momento que terá uma estabilidade em suas ações.

Saiba que nesse percurso muita coisa sairá do avesso e que o topo não é necessariamente o lugar mais alto que alguém poderia chegar, mas que possa ser o seu melhor. Alimentar megalomanias é a principal causa de baixa autoestima. Perfeição não existe.

Cuide de si mesma, seja sua própria musa, fique em boas companhias, vista-se bem, tenha assuntos e gostos interessantes, expanda seu círculo de convívio, saia da sua toca emocional e ame tudo isso.

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Frederico Mattos é um homem apaixonado, sonhador nato, psicólogo provocador, escritor de um não best-seller e empresário. Adora contar e ouvir histórias de vida. Nas demais horas medita, faz dança de salão, Muay Thai, lava pratos e escreve no blog Sobre a vida. No twitter é@fredmattos.

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beleza, Comportamento

março 18, 2012

Ninguém vai gostar do que vou falar agora, mas engordar é uma escolha.

Muitas falarão dos que tem problemas de saúde e que tomam medicamentos. Descartemos esses que formam uma parcela pequena do número geral de gordinhos espalhados por aí.

Abri há pouco tempo uma enquete no meu Facebook à pedido de um leitor que queria saber como seria a melhor maneira de dizer para a namorada que ela havia engordado.

Foi uma comoção coletiva, nunca vi tanta gente indignada e raivosa com esse assunto. Nenhuma admitia ser alertada para algo tão simples que revela ou oculta as formas femininas tão desejadas.

Toda mulher se debate com a balança. Gordura imaginária ou real ela é uma guardiã impiedosa de si mesma e seu corpo.

Todo o santo dia ela tem que enfrentar o termômetro da calça que vai usar que vai revelar se o quadril aumentou e as dobrinhas se multiplicaram.

Agora vou dizer onde a escolha é feita: nos ingênuos e pequenos gestos tomados minuto a minuto. É a responsabilidade que essa mulher assume diante de si mesma, ninguém à obriga, constrange ou impõe comer sem medidas. Isso pode parecer ofensivo para uma mulher que engordou, dizer que ela escolheu estar acima do peso. Mas existem inúmeras motivações para explicar essa ação autossabotadora dela: se entregar ao prazer na tentativa de compensar estados emocionais de frustração, ansiedade, desgosto, depressão e desilusão amorosa. É o descuido com sua feminilidade (que inclui a sexualidade) que justifica uma mulher que vem tentando se esconder de si mesma (e do homem que tem ao lado).

Chamo isso de “efeito de corte de cabelo” em que só notamos o cumprimento depois de um tempo quando o cabelereiro denuncia: “cresceu, hein?”.

Como o cabelo, as gorduras se acumulam imperceptivelmente à cada mordida despretenciosa no pedaço extra de doce ou pão francês.

Ninguém em sã consciência pode negar o fato de que se algo entra em excesso e não sai em forma de queima calórica vai ficar acumulada em algum lugar.

“Cederei ao prazer imediato ou me conterei em meus impulsos cegos?”

Eis a batalha que ela precisa travar a cada refeição. Na maior parte das vezes ela fecha os olhos para a responsabilidade por si mesma ao fazer sua escolha silenciosa.

Como o cabelo que cresceu e ela “nem notou”, no final das contas “descobre” que estava acima do peso.

Daí vem a culpa, a vergonha e o desgosto de ver o que fez consigo mesma. Tenta se esconder, remediar, fingir que não liga, mas seu armário a lembrará todos os dias as roupas que já não entram no corpo de uma época em que tudo parecia mais feliz.

Aqueles que adoram contestar rebaterão tudo o que falei relativizando os critérios de beleza e o império da magreza exagerada. Nem estou falando das anoréxicas de passarela. Falo da mulher comum que sabe bem qual é o seu peso razoável para se sentir bem e feliz.

Sim, engordar, assim como emagrecer, é resultado de passos de formiguinha. Ela consome açucar ou carrega a folha que exigirá força redobrada?

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Frederico Mattos é um homem apaixonado, sonhador nato, psicólogo provocador, escritor de um não best-seller e empresário. Adora contar e ouvir histórias de vida. Nas demais horas medita, faz dança de salão, Muay Thai, lava pratos e escreve no blog Sobre a vida. No twitter é@fredmattos.

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março 5, 2012

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Nós TODAS temos insegurança. Eu não sou diferente…

Sejamos honestos. Beleza é importante. Sejamos ainda mais honestos. Beleza por beleza, cansa. Eu admiro as mulheres bonitas, como admiro tudo que é belo. Sempre que vejo uma mulher bonita, me pergunto se ela nasceu assim, se conquistou a beleza ao longo do tempo, se tem uma rotina diária de exercícios físicos, se tem uma dieta rígida, o quanto de maquiagem ela usa…. Eu gosto de saber porque sou uma observadora nata. Não faço por inveja não, faço porque observando aprendo!!!

O problema da beleza por si só é que ela não tem mais nada a oferecer. Ela prende a atenção por alguns instantes e depois se vai. A que me prende é a beleza da auto-estima, da confiança, da postura e da atitude. A beleza de uma mulher que conhece suas melhores qualidades estéticas e sabe como exaltá-las e que sabe de suas fraquezas, mas também não as esconde. Para esta mulher, eu dedico atenção.

Eu admiro as mulheres que se vestem com atitude, aquelas me deixam curiosa para saber onde compraram as roupas que estão usando e que me mostram uma combinação inusitada e me fazem pensar: Como é que eu nunca pensei nisso antes?

Se pararmos para pensar, muitas das mulheres que fizeram história não são exatamente as mais lindas ou não apenas lindas. Basta lembrarmos de Coco Channel que não era exatamente linda, mas que será para sempre lembrada pelo seu legado na moda. Ou a Princesa Diana, conhecida como a princesa do povo por sua solidariedade com o mais desfavorecidos. Fosse apenas por sua beleza, não seria lembrada e exaltada até os dias de hoje.

O que eu quero dizer com tudo isso?

AMEM-SE, ainda que imperfeitas (e quem não é). Quando abraçamos as nossas imperfeições, nos abrimos a elas e podemos assim editá-las. As imperfeições passam de vilãs a aliadas e nos dão forças, como se fossem tomadas por graça.

Eu já fui bastante complexada. Achava minhas pernas grossas demais, o quadril largo demais. O corpo dos meus sonhos era bem mais magro do que o meu. Até que fui atingida pela auto-confiança. É ela que vai fazer você desfilar e girar cabeças para te observarem ao entrar em qualquer lugar. Entre de cabeça erguida. Se algo falhar, FINJA!!!  Auto-confiança é algo que se pode fingir e você acabará acreditando.

Suba no pedestal. Você é a sua DEUSA. Então comece a se olhar e tratar como tal.

E o que você veste está intimamente ligado a este sentimento. As roupas afetam SIM como você se sente ao longo do dia. Por isso, acredito muito na importância das escolhas que fazemos na hora de ir às compras. O guarda-roupa certo é aquele que diz ao mundo quem você é, e quando você escolhe de acordo com a sua Deusa interior, nada pode quebrar a sua confiança.

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