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Finja até que você se torne – Parte 3 – autoaceitação

autoestima, Comportamento, Confissões

abril 7, 2015

Por Juliana Cordeiro

Consultora de Estilo Pessoal

 

autoaceitação

 

Eu briguei com a minha imperfeição durante muitos anos, gastei dinheiro, energia, tempo.

Este terceiro texto da série “Finja até que você se torne” que escrevi para o Blog “Sobre a Vida” fala de amor próprio e aceitação.

Tem alguém aí que se olha no espelho e fica querendo ser diferente?

Leiam e reflitam tá.

Beijo.
http://www.sobreavida.com.br/…/finja-ate-que-voce-se-torne…/

Ah,

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Festa

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Depoimento: Um ano após a consultoria

autoestima, Confissões, Depoimentos

fevereiro 24, 2015

Há exatamente um ano, fiz uma consultoria de estilo completa com a Ju.

Achei interessante trazer esse depoimento para mostrar que a consultoria é como um catalisador,  acelerando a mudança latente em nós, e como as coisas vão se sedimentando e amadurecendo depois.

Meu estilo ficou mais sofisticado após a consultoria e ainda faço progressos (dentro das limitações da minha rotina de trabalho). Busco me expressar elegante e poderosa e ao mesmo tempo busco me tornar mais leve e jovial.

Não tenho mais quase NENHUMA peça da época da consultoria (exceto as peças da etapa de compras, claro).

Explico: a limpeza durante a consultoria foi o “pontapé inicial” para eu continuar me aprimorando.

Por falar em “pontapé inicial”, a injeção de autoestima que tive na época foi importante para iniciar uma reeducação alimentar bem bacana. Emagreci bastante (10kg) e isso contribuiu para que me sentisse ainda melhor na minha própria pele.

Passei a comprar menos e melhor.

Importante: adquiri coragem para gastar mais numa peça-chave, pois sei como e por que fará diferença. Até meu olhar sobre editoriais de moda mudou! Antes eu achava que a moda era de certa forma “intangível”, pois pouca coisa iria de fato funcionar no meu corpo e na minha rotina (pura desculpa para não ousar).
Agora que tenho mais conhecimento (sempre fui mega cdf e até hoje sinto necessidade de regras e lógica para algumas decisões), me sinto bem mais segura para gastar, combinar e ousar nas escolhas de roupas. Tinha mania de “combinar demais” e isso acrescentava previsibilidade, idade e caretice aos meus looks.
Frescor e leveza sempre foram desafios para mim.
Pasmem: ganhei um par de alpargatas que amo de paixão! Justo eu que tinha “banido” o bico redondo… Lição: nem tanto ao mar, nem tanto à terra.

Meu desafio fashion atual é adotar pelo menos uma tendência por ano. Regra de ouro: desde que me favoreça! Em 2014 adotei o kimono e aos poucos estou aprendendo a usá-lo (terceira peça é ótima mas super desafiadora para quem usa jaleco no trabalho). Ah! Já ia me esquecendo do macacão… Peça-delícia que alonga e salva naqueles dias de preguiça de pensar!

A tal “preguiça de pensar” foi minimizada com a “arara da semana”. Uso a arara sem moderação, que é para não ficar repetindo os looks favoritos e para  me obrigar a criar combinações novas. Confesso que já tive que “esconder” algumas peças para parar de usá-las um pouco.

Capítulo das calças:
Meu ponto mais fraco eram as calças. Como tenho sobrepeso, só conseguia usar preto ou jeans escuro. Meu guarda-roupa se assemelhava ao da Mônica (personagem dos quadrinhos de Mauricio de Souza) quando ela abria o armário e só tinha os famosos vestidos vermelhos todos iguais. Antes da consultoria, comecei a ousar nas blusas e arrisquei até estampas. Os looks ficavam com calças quase iguais, variando as blusas. Não funcionou bem porque o guarda-roupa ficou sem flexibilidade, sem criatividade e ainda por cima enjoo rápido de estampas.
A Ju me ajudou a me libertar do jeans e me abriu outras possibilidades (inclusive a minha preferida: calça de onça!). Depois tentei algumas calças coloridas mas não me adaptei. Erros e acertos do meu percurso fashion. A busca não parou. Meu recorde atual são três “transgressões” numa mesma peça: uma calça jeans clara, cropped e rasgada! Faço o tal look “high-low” com a calça “transgressora” associada a blusas de seda.
Percebi que modo de usar faz a peça mais ou menos “envelhecedora” ou “careta”, não a peça em si.
Hoje, pela regra do 5:1 (5 partes de cima combinando com cada parte de baixo), entendi que calças estampadas são boas nessa proporção e também no desejo de variar (já que vestidos e saias não são meu forte).

O saldo do ano pós consultoria foi muito positivo no vestuário e na vida como um todo. Melhorar meu modo de vestir melhorou muito meu olhar sobre mim. Busco cada vez mais generosidade, amor e aceitação na relação com meu corpo. Todas essas coisas boas se refletiram na dieta, no trabalho, nas finanças e até na vida amorosa.

Planejo fazer outra consultoria (com a Ju) para lapidar e sofisticar ainda mais as minhas escolhas de roupa, de cabelo, de maquiagem e (por que não?) de vida. Quanto mais conhecimento se tem, mais se adquire (algo exponencial).
Beijos!
Fla

P.S.: Obrigada, Ju! A admiração que sinto por você me levou até a consultoria e gerou uma grande e profunda amizade!

calçaestampada

oncas

saialonga

calçarasgada

rendaverde

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Veja mais depoimentos de consultoria:

Consultoria compacta – Paty

Consultoria completa

Como a arara da semana mudou a minha vida

Depoimento de uma ex-básica

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personal-shopping

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Você não precisa de dieta. Que tal um consultor de imagem?

autoestima

janeiro 12, 2014

Uma das principais motivações que me levou a começar o Sem Espartilhos foi ajudar as mulheres a perceberem o quanto a roupa que vestem pode modificar a visão que elas tem delas mesmas e a moldar o corpo de forma que as deixem mais felizes, satisfeitas, confiantes e por isso com a autoestima lá em cima.

Tem muitas coisas que as celebridades e as revistas não nos contam. Só vou contar um segredo: nenhuma daquelas mulheres que estampam as capas das centenas de revistas espalhadas pelas bancas mundo afora são como elas aparecem ali: a perfeição não existe. Os recursos sim: uma roupa com bom corte, cabelos, pele e unhas bem cuidadas.

Compararmo-nos a elas é sofrer muito e constantemente. Elas são altas, magras, tem rosto de boneca, ricas. então, quando olhamos para elas parece que a única coisa que nos assemelha é o fato de sermos mulheres. NÃO!!!! Todas temos grilos, complexos, a síndrome da grama do vizinho que é mais verde. Atrás de toda aquela perfeição tem um batalhão de profissionais à disposição, uma vida de sacrifícios, a privacidade devassada. Oras, mas não estamos todas atrás da felicidade??? Quem disse que estas belíssimas são felizes ou mais felizes que você apenas por serem o que você pensa delas?

Morar numa casa maior, ter mais dinheiro, ser mais bonita, ser magra não são ingredientes de felicidade.

Sendo assim, vamos fazer um acordo? que tal começar a ser feliz pela parte menos agressiva a sua saúde física e mental? Começar por uma parte de você que já está disponível, ao seu alcance? Estou falando das suas roupas, de cada uma daquelas peças que você escolheu por algum motivo.

E este algum motivo deve ter sido:

- acho que esta peça combina comigo

- me senti bonita vestindo esta peça

- acho que esta peça com aquela outra que já tenho no armário vão fazer um belo look

- gosto do caimento, o tecido é legal, a estampa é alegre

- pareço chique com esta peça

- fico sexy

- preciso me vestir, então esta aqui serve (hum, se foi por este motivo que comprou, precisa se dedicar um pouco mais a você mesma)

Seja lá qual foi o seu motivo, você tem em mãos uma arma para levantar ou derrubar a sua autoestima. Sim, roupa faz isso. Engorda, emagrece, encolhe, estica, alarga, afina, dá seriedade, descontrai, dá credibilidade, gera desconfiança ou ao contrário. Aprender a escolher e usar bem as ruas roupas traz benefícios rápidos e bem menos custosos (não apenas financeiramente) do que tratamentos estéticos, dietas que na maioria das vezes resultam em aumento de peso depois de um tempo, cirurgias plásticas.

Não sou contra nenhum destes tratamentos que mencionei, sou a favor de uma alimentação equilibrada, de uma vida saudável e ativa, da prática de exercício, das drenagens linfáticas e tratamentos anticelulite, até das cirurgias plásticas também, e só estou querendo dizer que começar pelo guarda-roupa é bastante eficaz, os resultados são imediatos.

Por hoje, eu só quero que vocês pensem a respeito e assistam a este vídeo. Infelizmente está apenas em inglês e fala sobre como o nosso cérebro reage às dietas, porque elas não funcionam e prega o hábito de vida saudável como a forma mais eficaz de perder ou manter o peso: alimentação, atividade física 3x na semana, bebidas alcoólicas moderadas e tabaco zero.

Vídeo: Porque as dietas normalmente não funcionam?

 

Para quem quiser já colocar a mão na massa, aí vão várias dicas:

Edite seu guarda-roupa 1; limpe seu guarda-roupa

Edite seu guarda-roupa 2: o que eu tenho

Edite seu guarda-roupa 3: o que eu preciso

Edite seu guarda-roupa 4: o que eu quero

Passos para um guarda-roupa flex: postagem 1

Passos para um guarda-roupa flex: postagem 2 – como sei o que tirar do armário

Passos para um guarda-roupa flex:postagem 3 – como organizar uma lista de compras

Mandamentos do guarda-roupa flex

Menos é mais também no guarda-roupa

A terceira peça: porque usar coletes, cardigans, jaquetas, blazers…

Com que calçado posso usar meia-calça?

Arara da semana – aprendendo a combinar cores

A imagem também é um patrimônio

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A sua verdade é imbatível

autoestima, Consultoria de Moda

outubro 22, 2013

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Nós fazemos nossas escolhas, e depois nossas escolhas nos fazem.

Já parou para pensar quantas vezes já se deixou levar pelo julgamento e pela opinião dos outros quando temos que tomar decisões? Não há nada de errado em escutar, muito pelo contrário, saber ouvir é uma arte e pode nos levar longe. O problema é quando levamos em conta tudo que os outros falam sem aquele filtro interno tão importante que nos ajuda a discernir o que é bom para nós ou não.

Passamos um tempão agindo pela verdade dos outros, a começar pela verdade dos nossos pais que são normalmente nossas primeiras referências. Compramos esta verdade porque precisamos de alguma para nos guiar. E ela influencia o que comemos, vestimos, pensamos de nós mesmos e dos outros, nossas preferências políticas, etc. Um passo importante no amadurecimento, no entanto, é encontrarmos a nossa.

É aí que entra o processo de investigação interna. Autoconhecimento é uma ferramenta poderosa em todas as esferas da nossa vida. Reflete a maneira com que nos relacionamos com nós mesmo e com todos ao redor. É o que nos mostra por qual caminho queremos seguir, que estilo de vida vamos construir e que experiências vamos colher.

O problema está em procurarmos a diferença do lado de fora. A investigação é interna. Cada um de nós é composto de características únicas, peculiares e que contribuem para a diversidade do planeta.  Fora, podemos buscar referência e identificação, mas é dentro que reside a verdade.

É no exercício de se conhecer que está a chave da descoberta.

Como consultoria de moda eu tenho visto aflorar mulheres incríveis que decidiram parar por alguns dias para se render ao despertar de sua personalidade pelo guarda-roupa.

A gente identifica muito mais que tipo de roupa a pessoa gosta mais ou menos, ou qual delas veste melhor ou pior no manequim dela. Falamos de vida e da maneira como cada uma quer conduzir a sua vida e o que não quer mais.

São estas as informações que me ajuda a construir um novo guarda-roupa. É a muda despertada dentro de cada cliente que ganha vida durante e permanece após a consultoria.

Falamos de uma mulher e seus desejos e não de roupas e marcas.

O meu trabalho de consultora de estilo pessoal traz mais verdade à vida de todas as mulheres que eu já atendi e consequentemente ao guarda-roupa.

Se dê está oportunidade. Você é a única responsável pela sua felicidade. Comece organizando suas roupas. É um belo exercício de organização da vida. Anote as coisas que vierem a sua cabeça durante o processo. Observe o aprendizado.

Beijos.

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Algumas dicas para começar:

Não existe tipo físico ideal, existe o seu

Autoestima, você está de bem com a sua?

A imagem também é um patrimônio

Seja sua própria musa

Edite seu guarda-roupa 1; limpe seu guarda-roupa

Edite seu guarda-roupa 2: o que eu tenho

Edite seu guarda-roupa 3: o que eu preciso

Edite seu guarda-roupa 4: o que eu quero

Passos para um guarda-roupa flex: postagem 1

Passos para um guarda-roupa flex: postagem 2 – como sei o que tirar do armário

Passos para um guarda-roupa flex:postagem 3 – como organizar uma lista de compras

Mandamentos do guarda-roupa flex

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Quando a sua mãe diz que é gorda

autoestima, Comportamento

outubro 9, 2013

Acabei de ler um texto comovente sobre mulheres, peso ideal, autoestima, padrão de beleza inatingível, angústia, culpa, medo, ressentimento, incapacidade, desespero, tristeza, depressão. Soa familiar??

Então, leia este texto da escritora Kasey Edwards publicado e traduzido pelo Cinese.

“Exatamente como você, eu passei a minha vida inteira me sentindo gorda – (nem sei quando foi que “gorda” se tornou um sentimento). E porque eu acreditava que era gorda, também me achava imprestável.”

Quando sua mãe diz que é gorda

Mais textos sobre o assunto:

Não existe tipo físico ideal, existe o seu

Autoestima, você está de bem com a sua?

A imagem também é um patrimônio

Seja sua própria musa

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