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Bolsas, a cereja do bolo

Acessórios, Consultoria de Moda

novembro 26, 2014

O artigo que eu escrevi para a edição de dezembro da Revista Damha está uma delícia. Fala tudo sobre como fazer a melhor escolha na hora de comprar uma bolsa.

Que formato escolher? Que cor é mais versátil? De que material?

Está tudo explicadinho la.

Para ler, é só clicar no link abaixo:

http://issuu.com/damhaurbanizadora/docs/estilodamha_13/39…

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Luxo por mãos brasileiras – por Carmem Munhoz

Acessórios, Bolsas, Consultoria de Moda, Design, Estilistas, Estilo, História, Luxo, Moda

setembro 21, 2012

Maravilhosas bolsas da grife Carlos Falchi

Carlos Falchi Moroccan Bag

Carlos Falchi é dono de uma grife que fatura mais de US$40milhões por ano. Mineiro, Carlos Falchi confessa que falar do Brasil dá vontade de chorar… pois foi viver em Nova York em 1964, quando tinha apenas 18 anos de idade. Começou como ajudante de garçom em um badalado bar frequentado por brilhantes personalidades: o Max´s Kansas City. Customizava suas próprias roupas com couros exóticos e foi assim que chamou a atenção e recebeu encomendas de algumas celebridades como Mick Jagger, Miles Davis, Tina Turner e Elvis Presley!

Falchi tem sua grande chance em 1970, quando mostrou suas bolsas para a loja de grifes Bendel. Tamanho foi o sucesso que Yves San Laurent   chamou-o para conhecer suas criações, ocasião em que lhe encomendou vários trabalhos exclusivos.

Falchi projeta bolsas delicadas combinando cores e padrões de forma inusitada. Suas criações são tão apreciadas nos Estados Unidos que chegaram a ser exibidas na série Sex and the City. Carlos Falchi, com clientes como Madonna e Cher, admite que volta e meia vem ao Brasil para uma dose de brasilidade, pois é daqui que tira toda sua inspiração criativa.

Assista ao vídeo, pois é o próprio Carlos Falchi que conta sua história:

Carlos Falchi (Planeta Brasil)

Eu confesso que fiquei emocionada!

Beijos e até a próxima!

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Carmem Munhoz é artista plástica, arte-educadora, artesã, ilustradora, pesquisadora e designer de bijus, mãe, esposa, mulher. Ama a vida, a família, seus alunos, e pela arte é apaixonada desde pequena. Algumas das bijus da Carmem podem ser encontradas clicando neste link ou no facebook.

 

Carmem Munhoz no Sem Espartilhos:

A história das bolsas – parte 1

A história das bolsas – parte 2

A história das bolsas – parte 3

A história das bolsas – parte 4

A história das bolsas – parte 5

A história das bolsas – parte 6

A história das bolsas – parte 7

A história das bolsas – parte 8

Minha história com o crochê

Como usar um maxi colar

Fashion Rio

 

Mais sobre bolsas:

Eu preciso de uma bolsa de marca?

Como guardar suas bolsas

 

Sobre manutenção:

A importância do armário organizado

Como guardar suas roupas

Como guardar suas roupas: fotos

Como guardar seus sapatos

Como guardar suas bolsas

Guarda-roupa planejado

 

 

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A História das Bolsas – Parte 3 por Carmem Munhoz

Acessórios, Bolsas, História

agosto 3, 2012

Louis Vuitton: a genialidade da elegância.

O jovem Louis Viutton nasceu em 1821 em um vilarejo chamado Jura, fronteira da Suiça com a França. Resoluto, saiu de casa aos 13 anos e foi morar em Paris.
A distância de 175 Km foi percorrida a pé e ao longo do percurso Louis precisou trabalhar em vários empregos para se sustentar. Aos 16 anos, em Paris, o jovem começou a trabalhar para o Sr. Maréchal, fabricante de caixas de viagem. O aprendiz, por tão habilidoso, rapidamente tornou-se um excelente artesão.

Em pouco tempo suas habilidades de confeccionar os diferentes modelos de malas, caixas e baús de viagem, com perfeição chegaram aos ouvidos de Napoleão III que o nomeou maleiro oficial da Imperatriz Eugenia.

Foi uma significativa mudança na vida profissional de Louis, pois ele não só era chamado para fabricar as malas sempre que a imperatriz viajava, como também arrumava as roupas e objetos dentro das malas. Esta aproximação com a nobreza fez com que Louis aprimorasse seu estilo e seus produtos adquiriram status de objeto de luxo.

A Maison Louis Viutton foi criada em 1854, como fabricante de malas e baús de viagens exclusivos e sob encomenda. Em 1857 Louis criou a primeira mala de viagem, a malle plate, considerada uma inovação para a época, mais fina que os baús, mais alongada, durável e a prova d´água.

Louis Viutton usava excelente material. Suas malas eram feitas de madeira, zinco, cobre e lona impermeável. E lançou a novidade: uma assinatura para evitar as cópias. Assinava suas criações com “marque L. Vuitton déposée”: “marca registrada Louis Viutton”.

 

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Carmem Munhoz é artista plástica, arte-educadora, artesã, ilustradora, pesquisadora e designer de bijus, mãe, esposa, mulher. Ama a vida, a família, seus alunos, e pela arte é apaixonada desde pequena. Algumas das bijus da Carmem podem ser encontradas clicando neste link ou no facebook.

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Carmem Munhoz no Sem Espartilhos:

A história das bolsas – parte 2

Minha história com o crochê

Como usar um maxi colar

Fashion Rio

Mais sobre acessórios:

Brinque com seus acessórios

O poder dos acessórios

Mais sobre moda:

O que é Moda?

Seja sua própria Musa

O que significa estar na Moda?

Quando algo sai de Moda

Como eu sinto a moda

 

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A História das Bolsas por Carmem Munhoz – Parte 2

Bolsas

julho 27, 2012

A Imperatriz Eugenia e o acesso a moda.

Paris, 1853, a imperatriz Eugenia surpreende a todos casando-se de branco com Napoleão III, numa época em que o vestido de noiva azul era tradicionalmente simbolo de pureza. Inovou também com a invenção da crinolina (armação de metal para as saias). O gosto e o desejo por novidade alcançaram outras dimensões e o acesso a moda chegou as classes mais baixas.

Em 1858, Charles Frederick Worth, ex-vendedor de tecidos, abre em Paris, na rue de Le Paix o primeiro atelie de moda. Com uma produção vertiginosa, a Maison Worth inovou com modelos inéditos, exclusivos e sob medida. As peças eram apresentadas por mulheres jovens que desfilavam na loja, inaugurando o conceito de desfile, despertando a atenção da imperatriz e através dela, de toda sociedade parisiense.

Worth fundou o modelo de negócios e estabeleceu as diretrizes da moda contemporânea: criações exclusivas, lançamento de tendencias, elevação do costureiro à condição de artista e a promoção de espetáculos publicitários sazonais baseados em grifes e modelos-manequins vivos. A moda passou a existir com duas coleções por ano: outono/inveno e primavera/verão. Todas as novidades ficaram conhecidas como haute-couture, a alta-costura. Worth criou também a Câmara Sindical de Costura Parisiense, e é ela até hoje que mantém as rígidas regras para o criador de moda.

O século XIX, com a Revolução Industrial inaugurou um período de marcas de pretígio onde o fascínio e o mistério tomam conta do universo do luxo.

Durante a metade do século XIX uma pequena e graciosa bolsa foi desenvolvida como souvenir. Inspirada na Rainha Vitória, artesãos criaram jóias e acessórios com inscrições de cunho sentimental como “ Para um Amigo” , “Meu Coração é Seu”, “Minha Querida Namorada”, entre outros.
Uma pequena bolsa em forma de concha foi muito apreciada nesta época para se dar de presente. Ela também vinha com inscrições sentimentais e muitos a compravam a beira-mar.

História das Bolsas

 

O exemplar trabalho de Louis Vuitton {leia mais} nasceu nesse período, assunto da parte 3 desta série.

Beijos e até lá!

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Carmem Munhoz é artista plástica, arte-educadora, artesã, ilustradora, pesquisadora e designer de bijus, mãe, esposa, mulher. Ama a vida, a família, seus alunos, e pela arte é apaixonada desde pequena. Algumas das bijus da Carmem podem ser encontradas clicando neste link ou no facebook.

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Bolsas: como guardá-las

Acessórios, Bolsas, Consultoria de Moda

julho 13, 2012

Eu sou uma LOUCA por bolsas. Nelas eu invisto. Não compro com frequência. Me permito 1 ou 2 ao ano, mas faço questão de ter as de muito boa qualidade e de marcas renomadas. Acho que das peças de grife, as bolsas são a de melhor custo-benefício. Comprando e cuidando bem elas vão te acompanhar para todo sempre.

Assim como os sapatos, as bolsas são essenciais para arrematar um look. Por isso, nunca as negligencie.

Dicas de como cuidar:

1. mantenha o estado original da bolsa. Por estado original entenda como ela é quando você a usa e não como estava exposta ou guardada a loja.Isso significa que você deve olhar para ela e ver o formato que ela tem. Algumas bolsas tem a base estruturada outras não. Se tiver estrutura na base, ela pede para ficar de pé.

2. encha todas as suas bolsas estruturadas com folhas de seda. Isso mantem o formato original e elas parecerão sempre novas.

3. não esqueça de inspecioná-las por dentro e manter o forro sempre limpo.

4. as bolsas a tiracolo, aquelas que tem alças finas, ficam mais bem guardadas com as alças esticadas.

5. não amontoe.

6. não guarde em sacos, a não ser as de pedraria e penas.
Eu guardo as minhas assim:

 

Beijos.

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Mais sobre Manutenção:

Cabides

Como guardar suas roupas

Como guardar suas roupas: fotos

Como guardar seus sapatos

Edite seu guarda-roupa: série com 4 postagens

Edite seu guarda-roupa 1; limpe seu guarda-roupa

Edite seu guarda-roupa 2: o que eu tenho

 Edite seu guarda-roupa 3: o que eu preciso

Edite seu guarda-roupa 4: o que eu quero 

Consultoria de Moda

Conheça o seu corpo:

1. tipo físico ideal

2. tipo físico triângulo

3. tipo físico triângulo invertido

4. tipo físico redondo ou oval

5. tipo físico retangular

6. tipo físico ampulheta

7. tipo físico diamante

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