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Guarda-roupa cápsula

Sapatos

agosto 24, 2016

Oi gente.
Prometi contar mais a vocês sobre esta ideia bem legal que é o guarda-roupa cápsula. Demorou um pouquinho, mas saiu.

Só para contextualizar, a cliente que optou por este formato de guarda-roupa estava de mudança para a Irlanda e há tempos já pensava em mudar todo guarda-roupa e chegar lá com tudo novinho e de visual novo.

Pensando nisso, optamos por roupas mais pesadas, de cores mais escuras, de inverno mesmo, porque na Irlanda faz muito frio e  verão que é intimo da gente por aqui, lá não acontece muito. Vocês vão ver nas fotos que usei muito preto, azul marinho e cinza com pitadas de cores em cardigans e tons neutros como o bege e variações.

Vou dividir o texto em partes para facilitar a compreensão, combinado?

A ideia

Ter uma quantidade pequena de peças mas que possam ser combinadas ao máximo para que haja dezenas de variação de looks.

Numero de peças

Média de 40 peças considerando:
- roupas
- sapatos
- bolsas
- acessórios

O segredo

1. Compartimentar o guarda-roupa o mínimo possível. Isso quer dizer que a mesma peça usada para ir trabalho, possa ser também usada para sair.

Um dos fatores mais limitantes para quem quer um guarda-roupa enxuto é dividi-lo em ocasiões.

Exemplo: roupas só para sair à noite
Roupas só para o trabalho
Roupas para o fim de semana

Aí fica bem complicado conseguir montar uma guarda-roupa versátil com apenas 40 peças.

2. Escolher as cores, estampas, formatos, comprimentos, texturas de forma que as peças brinquem umas com as outras formando o máximo de combinações possíveis. E nesta conta entram acessórios também. Tudo precisa ser pensado de forma global.

3. Investir mais em peças que ultrapassam estações e tendências e menos nas peças de moda que mudam bastante rápido. Não é que estas peças não possam entrar, mas precisam custar pouco e serem a minoria.

Benefícios

Ter no guarda-roupa só peças que gosta de verdade e usa. Compacto.

Usar a roupa até cansar ou enjoar dentro de todas as possibilidades dela e ter todo retorno do dinheiro investido. Custo-benefício.

Ter um guarda-roupa que represente seu estilo. Auto-conhecimento.

Ter visão de todas as peças.

Saber o que vai usar sem precisar perder tempo. Praticidade.

O investimento

Aqui a resposta é sempre: depende. Cada um tem uma disponibilidade emocional e financeira para investir no guarda-roupa. O orçamento define onde as peças serão compradas.

Falando especificamente desta cliente, o orçamento dela foi de R$6.000,00.

Optamos por fazer a consultoria em uma época de liquidação para poder valorizar ainda mais o dinheiro e comprar peças com maior valor agregado mas com preços remarcados por conta da época de preços mais baixos.

As lojas que elegemos:

Zara: grande maioria das roupas, todas as bolsas, alguns calçados.

Shoulder: roupas e bijus

Arezzo: uma sapatilha (lindaaa) e um par de botas

Le lis blanc: calça com a frente de couro ecológico poderosa

Animale: um cardigan de onça para dar cor, uma regata de seda

O resultado
Foi esta lindeza de looks femininos, modernos, com personalidade.

Um armário bem pensado e que possibilitou a construção de mais de 60 looks (não fotografamos todas as possibilidades e considera-se look novo quando a gente muda só o sapato ou acrescenta um cardigan/ casaco tá). Por que? Porque estamos usufruindo literalmente de todas as possibilidades que as peças podem ter. Então, mudar o sapato quer dizer que a compra dele foi pensada para mudar a cara de um look antes usado com outro. Vejam o efeito sofisticado que a sapatilha prata metálica dá aos looks ou mesmo a bolsa azul de tecido brilhoso. Estas peças bem escolhidas mudam a cara da roupa e fazem um look de trabalho se transformar em um look para um evento noturno.

A manutenção

Comprar estas 40 peças significam que eu vou usufruir deste guarda-roupa por quanto tempo?

Vejam que apesar do guarda-roupa ter sido montando pensado no inverno, algumas peças foram escolhidas para serem usadas também na meia estação e no verão.

Vamos pegar como exemplo os vestidos. No inverno estão com meias e botas. No verão, as pernas estão de fora e combinados com sapatilhas.

Estas possibilidades dão mais longevidade às 40 peças.

O que pode ser feito é adicionar algumas poucas peças em estações mais extremas como o verão e o inverno. Sem, no entanto, abarrotar o guarda-roupa.

A manutenção se dará por conta da sua vontade de substituir as peças conforme vai usando, desgastando, cansando também.

Ter um guarda-roupa cápsula é uma opção. Não precisa ser uma obrigação. O número de peças pode variar também. O que não vale é trapacear e chamar de cápsula um guarda-roupa de 100 peças rs.

O que vale mesmo é ter a certeza de que seu guarda-roupa te representa, reflete seu modo de ser e de viver. Está sendo usado no seu potencial máximo. Roupa entulhada só traz frustração e culpa.

Então, seja lá qual for o tamanho do guarda-roupa que você escolher, que ele lhe seja fiel.

E abaixo, as fotos para vocês se inspirarem. Três peças que aparecem aí, já eram dela: a jaqueta de couro preta, a sapatilha preta, a bota marrom das duas últimas fotos.

Espero que gostem!!

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autoconhecimento

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Finja até que você se torne – Parte 2 – Conheça a si mesma

autoestima, Comportamento

março 31, 2015

Hoje foi dia de publicar o segundo texto da serie de 4: “Finja até que você se torne”, escrito por mim para o Blog Sobre a Vida.

O tema deste fala da importância do autoconhecimento para passar de maneira mais suave pelas inconstâncias da vida e da moda.

Uma das citações que mais se encaixam no espírito deste texto é esta: “Aqueles que consomem grande parte da sua energia reagindo às mudanças vão fazer apenas isso: consumir grande parte de sua energia reagindo às mudanças”.

Clica no link aqui embaixo e conheça alguns passos que irão ajudar você a tornar-se o que você quiser.

Finja até que você se torne – Parte 2

 

Não leu o primeiro? É só clicar no link aqui embaixo:

Finja até que você se torne – Parte 1

Ah,

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hojeeumeamo

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Como você pode transformar a sua vida pelo guarda-roupa

Consultoria de Moda, Depoimentos

março 8, 2015

Eu amo meu trabalho como Consultora de Estilo Pessoal porque as mudanças que eu proponho para o guarda-roupa tem efeito para a vida, tanto em termos de duração quanto de amplitude.

Pelo guarda-roupa, é possível saber de onde você veio, quem você é, onde você está e onde você quer chegar e por isso é um trabalho sério e valioso. Não é exatamente terapia, mas é sem dúvida, terapêutico. Afinal, o seu guarda-roupa é uma representação da sua vida e se desfazer de peças significa abrir mão do passado, de crenças, da pessoa que você era e dar lugar a que hoje é para poder abrigar a que está por vir.

É lindo poder participar desta transformação e receber depoimentos, como este que você vai ler, sobre quão melhor, mais prazerosa e mais feliz a vida de uma mulher se tornou.

Um pouquinho de planejamento financeiro pode dar a você a oportunidade de passar por esta experiência incrível e sair transformada, empoderada. Através do guarda-roupa é possível promover mudanças de comportamento, de postura, e conquistar autoconfiança. (leia mais).

Boa leitura!!!

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Há um ano e meio atrás eu era uma menina bem básica. Sempre de jeans, camiseta de malha, tênis e as variações eram uma regata de malha, um moletom. Gostava de moda, da informação de moda, mas procurava um estilo próprio.

Conheci a Ju através de uma amiga que era cliente do marido dela, e a seguia no facebook. Comecei a segui-la também e a gostar dos seus posts sempre muito bem inspirados e explicados.

Fiz a consultoria expressa, onde a Ju utiliza o que está no nosso guarda-roupa. Quando ela chegou… “Meu Deus que moça linda”, eu pensei. Fiquei um pouco intimidada no começo, pois sou um pouco tímida com estranhos, mas ela foi maravilhosa! Fotografamos combinação com combinação, cada calça, cada blusa, cada sapato, cada colar, e brinco e bolsa… nossa, foi um dia mega cansativo. Após o encontro, ela me mandou um e-mail com observações sobre o que eu deveria ter no meu guarda-roupa que eu ainda não tinha para ter mais opções.

As mudanças não surgiram de um dia para o outro, como eu imaginava. Eu imagino que a consultoria completa deve ser ter outro significado, pois vc sai vestida de coisas novas. Mas fui assimilando todos os conselhos, indicações e com o tempo fui ficando mais ousada… a primeira compra depois da consultoria, foi uma calça laranja! Combinava a calça com tudo! Regata branca, preta, azul marinho, look monocromático laranja!!! Todo mundo falou da calça laranja, e ainda bem que todo mundo falou bem!

Cetim, seda, algodão mais soltinho, são meus amigos de sempre em todas as produções! Mandar ajustar peças também é super útil! Aprendi que não preciso usar tudo colado no corpo, mas sim ajustado ao corpo. Peças ajustadas dão contornos, não precisa ser tudo solto… Calças no comprimento certo para cada tipo de sapato deixam o visual mais elegante.

Meus amigos e marido notaram as diferenças ao longo dos meses. Nas escolhas das roupas, nas cores, nas escolhas de tecidos e recebo sempre elogios! Faz um bem danado para a autoestima!

Hoje em dia, quando fico muito em dúvida com alguma peça, ainda peço uma ajuda para Ju. Ainda faço algumas compras erradas, mas diminuíram muito… aprendi com o tempo a verificar o meu tipo de corpo e o que me cai bem.

Agradeço muito a consultoria, ao trabalho e paciência da Ju, e continuo aprendendo com ela através dos posts publicados.

Meninas, vale super a pena. O investimento é pouco, frente ao retorno que temos.

Obrigada Ju!!!! Beijos :)

Conheças as outras consultorias:

Consultoria Compacta

Consultoria Completa

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Como ter um guarda-roupa versátil

Arara da Semana

Como sair do básico

Looks monocromáticos

Como usar calça branca

 

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Festa

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Depoimento: Um ano após a consultoria

autoestima, Confissões, Depoimentos

fevereiro 24, 2015

Há exatamente um ano, fiz uma consultoria de estilo completa com a Ju.

Achei interessante trazer esse depoimento para mostrar que a consultoria é como um catalisador,  acelerando a mudança latente em nós, e como as coisas vão se sedimentando e amadurecendo depois.

Meu estilo ficou mais sofisticado após a consultoria e ainda faço progressos (dentro das limitações da minha rotina de trabalho). Busco me expressar elegante e poderosa e ao mesmo tempo busco me tornar mais leve e jovial.

Não tenho mais quase NENHUMA peça da época da consultoria (exceto as peças da etapa de compras, claro).

Explico: a limpeza durante a consultoria foi o “pontapé inicial” para eu continuar me aprimorando.

Por falar em “pontapé inicial”, a injeção de autoestima que tive na época foi importante para iniciar uma reeducação alimentar bem bacana. Emagreci bastante (10kg) e isso contribuiu para que me sentisse ainda melhor na minha própria pele.

Passei a comprar menos e melhor.

Importante: adquiri coragem para gastar mais numa peça-chave, pois sei como e por que fará diferença. Até meu olhar sobre editoriais de moda mudou! Antes eu achava que a moda era de certa forma “intangível”, pois pouca coisa iria de fato funcionar no meu corpo e na minha rotina (pura desculpa para não ousar).
Agora que tenho mais conhecimento (sempre fui mega cdf e até hoje sinto necessidade de regras e lógica para algumas decisões), me sinto bem mais segura para gastar, combinar e ousar nas escolhas de roupas. Tinha mania de “combinar demais” e isso acrescentava previsibilidade, idade e caretice aos meus looks.
Frescor e leveza sempre foram desafios para mim.
Pasmem: ganhei um par de alpargatas que amo de paixão! Justo eu que tinha “banido” o bico redondo… Lição: nem tanto ao mar, nem tanto à terra.

Meu desafio fashion atual é adotar pelo menos uma tendência por ano. Regra de ouro: desde que me favoreça! Em 2014 adotei o kimono e aos poucos estou aprendendo a usá-lo (terceira peça é ótima mas super desafiadora para quem usa jaleco no trabalho). Ah! Já ia me esquecendo do macacão… Peça-delícia que alonga e salva naqueles dias de preguiça de pensar!

A tal “preguiça de pensar” foi minimizada com a “arara da semana”. Uso a arara sem moderação, que é para não ficar repetindo os looks favoritos e para  me obrigar a criar combinações novas. Confesso que já tive que “esconder” algumas peças para parar de usá-las um pouco.

Capítulo das calças:
Meu ponto mais fraco eram as calças. Como tenho sobrepeso, só conseguia usar preto ou jeans escuro. Meu guarda-roupa se assemelhava ao da Mônica (personagem dos quadrinhos de Mauricio de Souza) quando ela abria o armário e só tinha os famosos vestidos vermelhos todos iguais. Antes da consultoria, comecei a ousar nas blusas e arrisquei até estampas. Os looks ficavam com calças quase iguais, variando as blusas. Não funcionou bem porque o guarda-roupa ficou sem flexibilidade, sem criatividade e ainda por cima enjoo rápido de estampas.
A Ju me ajudou a me libertar do jeans e me abriu outras possibilidades (inclusive a minha preferida: calça de onça!). Depois tentei algumas calças coloridas mas não me adaptei. Erros e acertos do meu percurso fashion. A busca não parou. Meu recorde atual são três “transgressões” numa mesma peça: uma calça jeans clara, cropped e rasgada! Faço o tal look “high-low” com a calça “transgressora” associada a blusas de seda.
Percebi que modo de usar faz a peça mais ou menos “envelhecedora” ou “careta”, não a peça em si.
Hoje, pela regra do 5:1 (5 partes de cima combinando com cada parte de baixo), entendi que calças estampadas são boas nessa proporção e também no desejo de variar (já que vestidos e saias não são meu forte).

O saldo do ano pós consultoria foi muito positivo no vestuário e na vida como um todo. Melhorar meu modo de vestir melhorou muito meu olhar sobre mim. Busco cada vez mais generosidade, amor e aceitação na relação com meu corpo. Todas essas coisas boas se refletiram na dieta, no trabalho, nas finanças e até na vida amorosa.

Planejo fazer outra consultoria (com a Ju) para lapidar e sofisticar ainda mais as minhas escolhas de roupa, de cabelo, de maquiagem e (por que não?) de vida. Quanto mais conhecimento se tem, mais se adquire (algo exponencial).
Beijos!
Fla

P.S.: Obrigada, Ju! A admiração que sinto por você me levou até a consultoria e gerou uma grande e profunda amizade!

calçaestampada

oncas

saialonga

calçarasgada

rendaverde

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Veja mais depoimentos de consultoria:

Consultoria compacta – Paty

Consultoria completa

Como a arara da semana mudou a minha vida

Depoimento de uma ex-básica

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personal-shopping

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Você não precisa de dieta. Que tal um consultor de imagem?

autoestima

janeiro 12, 2014

Uma das principais motivações que me levou a começar o Sem Espartilhos foi ajudar as mulheres a perceberem o quanto a roupa que vestem pode modificar a visão que elas tem delas mesmas e a moldar o corpo de forma que as deixem mais felizes, satisfeitas, confiantes e por isso com a autoestima lá em cima.

Tem muitas coisas que as celebridades e as revistas não nos contam. Só vou contar um segredo: nenhuma daquelas mulheres que estampam as capas das centenas de revistas espalhadas pelas bancas mundo afora são como elas aparecem ali: a perfeição não existe. Os recursos sim: uma roupa com bom corte, cabelos, pele e unhas bem cuidadas.

Compararmo-nos a elas é sofrer muito e constantemente. Elas são altas, magras, tem rosto de boneca, ricas. então, quando olhamos para elas parece que a única coisa que nos assemelha é o fato de sermos mulheres. NÃO!!!! Todas temos grilos, complexos, a síndrome da grama do vizinho que é mais verde. Atrás de toda aquela perfeição tem um batalhão de profissionais à disposição, uma vida de sacrifícios, a privacidade devassada. Oras, mas não estamos todas atrás da felicidade??? Quem disse que estas belíssimas são felizes ou mais felizes que você apenas por serem o que você pensa delas?

Morar numa casa maior, ter mais dinheiro, ser mais bonita, ser magra não são ingredientes de felicidade.

Sendo assim, vamos fazer um acordo? que tal começar a ser feliz pela parte menos agressiva a sua saúde física e mental? Começar por uma parte de você que já está disponível, ao seu alcance? Estou falando das suas roupas, de cada uma daquelas peças que você escolheu por algum motivo.

E este algum motivo deve ter sido:

- acho que esta peça combina comigo

- me senti bonita vestindo esta peça

- acho que esta peça com aquela outra que já tenho no armário vão fazer um belo look

- gosto do caimento, o tecido é legal, a estampa é alegre

- pareço chique com esta peça

- fico sexy

- preciso me vestir, então esta aqui serve (hum, se foi por este motivo que comprou, precisa se dedicar um pouco mais a você mesma)

Seja lá qual foi o seu motivo, você tem em mãos uma arma para levantar ou derrubar a sua autoestima. Sim, roupa faz isso. Engorda, emagrece, encolhe, estica, alarga, afina, dá seriedade, descontrai, dá credibilidade, gera desconfiança ou ao contrário. Aprender a escolher e usar bem as ruas roupas traz benefícios rápidos e bem menos custosos (não apenas financeiramente) do que tratamentos estéticos, dietas que na maioria das vezes resultam em aumento de peso depois de um tempo, cirurgias plásticas.

Não sou contra nenhum destes tratamentos que mencionei, sou a favor de uma alimentação equilibrada, de uma vida saudável e ativa, da prática de exercício, das drenagens linfáticas e tratamentos anticelulite, até das cirurgias plásticas também, e só estou querendo dizer que começar pelo guarda-roupa é bastante eficaz, os resultados são imediatos.

Por hoje, eu só quero que vocês pensem a respeito e assistam a este vídeo. Infelizmente está apenas em inglês e fala sobre como o nosso cérebro reage às dietas, porque elas não funcionam e prega o hábito de vida saudável como a forma mais eficaz de perder ou manter o peso: alimentação, atividade física 3x na semana, bebidas alcoólicas moderadas e tabaco zero.

Vídeo: Porque as dietas normalmente não funcionam?

 

Para quem quiser já colocar a mão na massa, aí vão várias dicas:

Edite seu guarda-roupa 1; limpe seu guarda-roupa

Edite seu guarda-roupa 2: o que eu tenho

Edite seu guarda-roupa 3: o que eu preciso

Edite seu guarda-roupa 4: o que eu quero

Passos para um guarda-roupa flex: postagem 1

Passos para um guarda-roupa flex: postagem 2 – como sei o que tirar do armário

Passos para um guarda-roupa flex:postagem 3 – como organizar uma lista de compras

Mandamentos do guarda-roupa flex

Menos é mais também no guarda-roupa

A terceira peça: porque usar coletes, cardigans, jaquetas, blazers…

Com que calçado posso usar meia-calça?

Arara da semana – aprendendo a combinar cores

A imagem também é um patrimônio

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