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Luxo por mãos brasileiras – por Carmem Munhoz

Acessórios, Bolsas, Consultoria de Moda, Design, Estilistas, Estilo, História, Luxo, Moda

setembro 21, 2012

Maravilhosas bolsas da grife Carlos Falchi

Carlos Falchi Moroccan Bag

Carlos Falchi é dono de uma grife que fatura mais de US$40milhões por ano. Mineiro, Carlos Falchi confessa que falar do Brasil dá vontade de chorar… pois foi viver em Nova York em 1964, quando tinha apenas 18 anos de idade. Começou como ajudante de garçom em um badalado bar frequentado por brilhantes personalidades: o Max´s Kansas City. Customizava suas próprias roupas com couros exóticos e foi assim que chamou a atenção e recebeu encomendas de algumas celebridades como Mick Jagger, Miles Davis, Tina Turner e Elvis Presley!

Falchi tem sua grande chance em 1970, quando mostrou suas bolsas para a loja de grifes Bendel. Tamanho foi o sucesso que Yves San Laurent   chamou-o para conhecer suas criações, ocasião em que lhe encomendou vários trabalhos exclusivos.

Falchi projeta bolsas delicadas combinando cores e padrões de forma inusitada. Suas criações são tão apreciadas nos Estados Unidos que chegaram a ser exibidas na série Sex and the City. Carlos Falchi, com clientes como Madonna e Cher, admite que volta e meia vem ao Brasil para uma dose de brasilidade, pois é daqui que tira toda sua inspiração criativa.

Assista ao vídeo, pois é o próprio Carlos Falchi que conta sua história:

Carlos Falchi (Planeta Brasil)

Eu confesso que fiquei emocionada!

Beijos e até a próxima!

———

Carmem Munhoz é artista plástica, arte-educadora, artesã, ilustradora, pesquisadora e designer de bijus, mãe, esposa, mulher. Ama a vida, a família, seus alunos, e pela arte é apaixonada desde pequena. Algumas das bijus da Carmem podem ser encontradas clicando neste link ou no facebook.

 

Carmem Munhoz no Sem Espartilhos:

A história das bolsas – parte 1

A história das bolsas – parte 2

A história das bolsas – parte 3

A história das bolsas – parte 4

A história das bolsas – parte 5

A história das bolsas – parte 6

A história das bolsas – parte 7

A história das bolsas – parte 8

Minha história com o crochê

Como usar um maxi colar

Fashion Rio

 

Mais sobre bolsas:

Eu preciso de uma bolsa de marca?

Como guardar suas bolsas

 

Sobre manutenção:

A importância do armário organizado

Como guardar suas roupas

Como guardar suas roupas: fotos

Como guardar seus sapatos

Como guardar suas bolsas

Guarda-roupa planejado

 

 

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Roupa para: sexta casual

beleza, Consultoria de Moda, Dicas, Estilo, Moda, Sapatos, Viagens

setembro 20, 2012

 

A sexta-feira casual é aparentemente um dia mais descontraído e com menos pressão sobre o que vestir.

O que ocorre de fato é que muita gente tem dúvidas sobre o que usar quando não há regras claras e aí a descontração da sexta-feira passa a ser um problema.

Então, aí vão algumas dicas:
1. Não modifique muito a maneira como se veste. Casual não quer dizer relaxado, então mantenha a linha.

2. Observe seus superiores e procure se vestir próximo da maneira como eles de vestem. Não menos. Nunca. Mais é aceitável.

3. Jeans é permitido, mas procure usar os de tom escuros.

4. Fuja de decotes, tranparências, roupas muito justas e curtas.

5. Manter a elegância é sempre bem-vindo.

6. Meninos: tênis esportivo NÃO.

7. Meninas: nada de sandálias rasteiras, shorts, mini saias.

8. Se tiver reunião com algum cliente, melhor esquecer que é sexta-feira e vestir-se como qualquer outro dia da semana.

Se você tem um cargo de chefia as pessoas esperam que você se vista melhor que os demais. Então, não se constranja. É permitido que você se destaque.

Beijos.

————–

Dicas para viagens:

Roupa para Jantar

Verão em Copenhagen: look 1 passeio

Look - Blazer estampado, jeans e sapatilha metálica

Look - paetês, seda e couro

Look  - camisa de seda

Mala de viagem

Mochilão, o que levar?

Como fazer malas para viagem de negócios – Inverno

Mala de verão: o que levar?

 

Mais sobre a importância do visual como vantagem competitiva:

Capital Erótico: pessoas mais bonitas tem vantagem financeira

Capital Erótico: critério de desempate em entrevista de emprego

 

Série Capital Erótico:

Capital Erótico, o livro

Capital Erótico – Beleza

Capital Erótico – sensualidade

Capital Erótico – habilidades sociais

Capital Erótico – Vivacidade 

Capital Erótico – Visual

Capital Erótico – Sexualidade 

 

Estilo:

Pessoas com estilo vivem melhor?

Série estilo em 13 postagens

Estilo streetwear

Estilo Romântico

Estilo clássico

Estilo sexy

Estilo sofisticado

Estilo punk rock

Estilo hippie chique

Estilo pop

Estilo retrô

Estilo Fashionista

 

Conheça o seu corpo:

1. tipo físico ideal

2. tipo físico triângulo

3. tipo físico triângulo invertido

4. tipo físico redondo ou oval

5. tipo físico retangular

6. tipo físico ampulheta

7. tipo físico diamante

 

Roupa: vitrine da personalidade por Frederico Mattos

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Da Inspiração à Execução

Arte, Design

abril 19, 2012

Obra Concluída

 

Muitas pessoas devem imaginar o trabalho artístico como algo fora do comum, onde o artista pousado em seu estúdio-santuário se deleita sob cascatas de prazer criativo vindo das estrelas, de alguma dimensão mágica e transcendental.

Sim, é por aí.

Porém neste feito digamos que toda a inspiração ocupa 5%, e os outros 95, como dizia Picasso, é trabalho duro.

Um exemplo dessa balança:

Em 2005, após oito anos de negociações por telefonemas e cartas decidiu-se pela reforma de um mural de 80m2 que eu havia criado na pequena e pacata cidade de Goioerê, interior oeste do Paraná. Tal mural havia nascido originalmente em 1991 com tinta acrílica sobre alvenaria para ser exposto na fachada da Faculdade de Engenharia Textil, uma das poucas existentes no Brasil. Os motivos da demora era o de sempre, dinheiro.

Naquela época toda a pintura havia transmutado há muito às estrelas, as finas películas descascadas e desbotadas da tinta assemelhava-se a feridas de uma pele seca esquecida ao sol. Vaga lembrança de cores vivas e originais.

Preocupado com a manutenção da obra e por sua longevidade, decidi pesquisar por uma solução diferente, já que as técnicas usuais como cerâmica esmaltada ou metal fundido estavam fora de cogitação.

Durante quatro meses reestruturei todos os detalhes para o novo projeto. Materiais novos foram incorporados.

Optei por pastilhas de cerâmica coloridas para montar em mosaico o fundo colorido de toda a extensão da obra. Ainda em fase de projeção no computador as possibilidades desses mosaicos foram momentos de inspiração, vi neles a arte óptica e o desejo de estender a técnica para outras visões.

Mas o problema maior ainda estava em como solucionar a técnica para as figuras humanas, com as pastilhas não seria possível.

Resolvi a questão com moldes cimento a partir de formas de isopor.

Com o projeto no papel terminado e as formas iniciadas lá fui eu para o interior. Estava apreensivo, ansioso, não conhecia ainda a equipe de apoio, era a primeira vez que usava esses materiais e a sensação de não ter todo o processo nas mãos me deixava desconfortável.

Eram quatro fases ao todo que podiam comprometer o resultado no final, pois o desenho inicial iria se transformando obrigatoriamente.

1- Do computador para a ampliação feito à mão em papel.

2- Do papel para as formas de madeira com isopor

3- Das formas para as peças de cimento

4- E finalmente encaixar as dezenas de partes para compor a obra final sobre a parede com fundo todo em pastilhas cerâmicas.

Nos 30 dias em que estava lá em Goioerê trabalhando no mural da Faculdade, em meio aos alunos, professores, diretores e prefeito que as vezes vinha me visitar, lembro das palavras de um funcionário da manutenção que me auxiliou em cada passo do processo. Em certo momento ao retirar as primeiras placas de cimento que ao todo somariam juntas 1 tonelada, Jaderson notou meu nervosismo, me pediu calma e finalizou dizendo “já tô te vendo de frente do mural pronto e feliz, tirando fotos”. Estas mesmas fotos aqui reproduzidas.

Tal qual lapidação de uma jóia, aqueles 95% de trabalho duro dito por Picasso são necessários para sustentar os 5% de inspiração.

Tal qual a presença de espírito de pessoas que fazem a diferença e equilibram a balança.

 

Fase Inicial: Transposição para papel do projeto feito em computador

Mural de 80m2 encomendado pela Universidade Estadual de Maringá

 

Eu e o Jaderson na parte central do mural

Fôrma em madeira e isopor e instalação de uma das figuras

 

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Olavo Tenório
Bom ouvinte e perseverante, sou artista plástico e designer sem fronteiras. Empreendedor e apaixonado pela família, eu curto fazer pequenos reparos e planejar mudanças. A qualquer hora do dia é comum me flagrar pensando num mundo melhor.

 

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No início era o verbo ou a luz? por Olavo Tenório

Arte, Design

abril 5, 2012

Conversando sobre design e da importância para formarmos uma sociedade brasileira contemporânea pautada na nova e crescente economia criativa, alguns amigos  me pediram para escrever a respeito da criação de minhas luminárias, ou usando outro termo que gosto, «corpos de luz».

A LUZ é um fenômeno que fascina a humanidade desde o início da civilização, e obviamente não deixa de atrair qualquer artista. Suas ondas atravessam o espaço sem serem vistas, guardam em seu seio a semente da vida, e em conjunto com a escuridão modela os corpos para serem vistos.

 

Olavo Tenório

Nos relacionamos com a luz através do tempo, responsável pelo ritmo, pelos ciclos da noite e do dia, do dormir e acordar, do abrir e fechar dos olhos.

O design num corpo de luz armazena todas essas informações, por ser um objeto funcional além de estético, estabelece facilmente um diálogo com aquele que o usa.

Esse relacionamento coloca em campo nossa própria consciência. Atravessando o que é superficial e vislumbrando nossa individualidade em meio à riqueza do universo.

Objetos de design são objetos que proporcionam o bem estar, sua dignidade se revela por alguma forma de esclarecimento no espaço que usamos, da iluminação que nos informa, da clareza que exerce em nossas atividades, da leveza que proporciona em nosso espírito.

Revelação, esclarecimento, iluminação, clareza e leveza são significados próprias da luz.

 

Olavo Tenório

 

Me empolgo facilmente falando sobre isso, ao ponto de misturar arte, design, filosofia e natureza. Não tem como ser diferente.

Uma vez conheci um grande homem, nos tornamos amigos e irei admirá-lo por toda minha vida, no primeiro encontro falamos sobre o que é inteligência e tive a sorte em lhe perguntar:

E a natureza, de onde vem a inteligência dela?

Ele sorriu e respondeu: Boa pergunta.

 

Olavo Tenório

 

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Leia também:

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Capital Erótico: Habilidades Sociais

 

 

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O que é realidade?

Arte, Comportamento, Design

março 29, 2012

Olavo Tenório

Sábado passado, como de costume, fui na feira as onze e meia da manhã. Descendo a ladeira olho pro outro lado da rua e imagino uma  linha reta desenhando um caminho que alcança a grande árvore lá do outro lado, sinto-me leve e atravesso os vinte e poucos metros deste percurso flutuando sobre as barracas e o tumulto da gente toda.Outra vez agora de dentro do açougue olho a praça da escola e faço um recorte da cena em que as árvores são protagonistas de um retrato mental. A lembrança afetiva do calor e da textura da madeira desencadeiam em mim um pensamento que se desdobra num desejo de meu corpo se deslocando pelo ar.Diante da impossibilidade concreta de sair voando pela rua minha mente se atreve a imaginar alguma lógica científica para criar assim uma sensação mais viva e presente de tal vôo.O conflito entre ilusão e realidade são fundamentais para a prática artística, nos obriga a olhar um evento qualquer através de infinitas camadas, sem ordem de hierarquia ou importância principal.No caso específico acima, a imaginação de um corpo voando em plena realidade concreta subverte as leis da física, nos aproxima de um possível milagre. Mais tarde tais pensamentos tendem a desaparecer, demonstram-se vazios e sem nenhum objetivo além de um devaneio passageiro.O limite entre os corpos é tênue.

O limite entre eu e você se desmancha claramente através de nossas emoções.

Sinto que você me sente, sinto seu corpo mesmo distante, me transporto para sua pele e me lembro de seu cheiro.

Num nível mais sutil ninguém duvida que isso aconteça, que tudo isso pode desencadear mudanças de comportamento, de movimento, de sensações de conforto ou desconforto.

Mesmo assim não pensamos nisto, apenas sentimos. Não temos tempo, nossas preocupações são dirigidas para coisas mais importantes como sonhos de consumo e metas mais objetivas.

A idealização de uma vida feliz pode muito bem trazer em seu ventre o nascimento de um fracasso. Ela nos distancia do presente, joga para um alvo distante a responsabilidade e o uso de sua energia. Depois de alcançado rapidamente aparece um novo objeto ideal.

Enquanto não se enxerga o paraíso a distancia de um sentimento, continuamos competindo e destruindo tudo e todos ao redor. Mesmo que seja com sinceros votos de amizade.

Olavo Tenório

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Olavo Tenório
Bom ouvinte e perseverante, sou artista plástico e designer sem fronteiras. Empreendedor e apaixonado pela família, eu curto fazer pequenos reparos e planejar mudanças. A qualquer hora do dia é comum me flagrar pensando num mundo melhor.

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