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Roupa para: sexta casual

beleza, Consultoria de Moda, Dicas, Estilo, Moda, Sapatos, Viagens

setembro 20, 2012

 

A sexta-feira casual é aparentemente um dia mais descontraído e com menos pressão sobre o que vestir.

O que ocorre de fato é que muita gente tem dúvidas sobre o que usar quando não há regras claras e aí a descontração da sexta-feira passa a ser um problema.

Então, aí vão algumas dicas:
1. Não modifique muito a maneira como se veste. Casual não quer dizer relaxado, então mantenha a linha.

2. Observe seus superiores e procure se vestir próximo da maneira como eles de vestem. Não menos. Nunca. Mais é aceitável.

3. Jeans é permitido, mas procure usar os de tom escuros.

4. Fuja de decotes, tranparências, roupas muito justas e curtas.

5. Manter a elegância é sempre bem-vindo.

6. Meninos: tênis esportivo NÃO.

7. Meninas: nada de sandálias rasteiras, shorts, mini saias.

8. Se tiver reunião com algum cliente, melhor esquecer que é sexta-feira e vestir-se como qualquer outro dia da semana.

Se você tem um cargo de chefia as pessoas esperam que você se vista melhor que os demais. Então, não se constranja. É permitido que você se destaque.

Beijos.

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Dicas para viagens:

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Look - paetês, seda e couro

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Estilo:

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Estilo Romântico

Estilo clássico

Estilo sexy

Estilo sofisticado

Estilo punk rock

Estilo hippie chique

Estilo pop

Estilo retrô

Estilo Fashionista

 

Conheça o seu corpo:

1. tipo físico ideal

2. tipo físico triângulo

3. tipo físico triângulo invertido

4. tipo físico redondo ou oval

5. tipo físico retangular

6. tipo físico ampulheta

7. tipo físico diamante

 

Roupa: vitrine da personalidade por Frederico Mattos

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A mulher é que manda na relação por Frederico Mattos

Comportamento

maio 6, 2012

É bem comum a brincadeira que diz que o homem é a cabeça da relação e a mulher o pescoço, ou seja, ele olha para onde ela quiser.

Ele vai baixar a guarda logo, logo...

Ontem acompanhei (como coadjuvante) a consultoria de moda da Juliana para o nosso amigo H. que vem relatando essa história até agora.

Eu estava ao lado do provador masculino esperando ele se apresentar com cada sugestão (digna de aplausos) feita pela Ju na descoberta do seu próprio estilo.

Mas não pude deixar de reparar nos outros caras que se trocavam ali. Foi digno de piedade em alguns casos.

Espiei um rapaz de 20 anos que chamava a mãe de mamãezinha e se submetia ao olhar implacável daquela senhora empinada e bem antipática. “Ridícula essa roupa, tira!”, “se quer parecer um bobalhão melhor não usar isso!” ele tentou contraargumentar uma única vez ao que ela rebateu sem dó “se acha que sabe escolher sozinho fique aí nesse provador e não conte comigo para mais nada!”. Ele implorou pelo retorno da mãe que voltou com aquela superioridade feminina (que inibia sua ousadia masculina) do tipo “homem não vive sem a mulher”

E pior de tudo, ela tem razão.

Notei as namoradas e esposas que direcionavam a escolha das roupas só no olhar. Os caras mais broncos se submetiam ao comandos silenciosos daquelas belas mulheres postadas de braços cruzados diante dos provadores. De certo elas estavam rezando para que ele não parecesse ridículo ao escolher suas roupas.

Muitos homens devem estar pensando orgulhosos, “quem escolhe minhas roupas sou eu, hehehe!”. Sinto lhe informar, você acha conscientemente que escolheu, mas quem vai compor de fato o visual e quantidade de vezes que irá usar é ela.

Assim como tudo em sua vida.

Homens, quase sem exceção, são movidos à aprovação feminina. É um condicionamento ancestral, afinal desde pequeno quem escolhe as roupas, a comida, a escola, o que pensar e sentir são as mães. O mundo masculino é definido no inconsciente pela mulher. É ali que trafega a fonte de autoafirmação masculina.

Nenhum super-herói existe sem a mocinha. A fantasia do príncipe encantado só perdura porque os homens continuam tentando corresponder a essa fantasia e ser invioláveis para as mulheres (as vezes se endividando ou trabalhando além dos limites para isso).

Queremos parecer mais fortes, inteligentes, bem sucedidos e astutos para impressionar o sexo “frágil”. Frágil, onde? Está bem claro que o mundo se movimenta a partir dos anseios das mulheres (ainda que eles oscilem como nuvens no céu).

Até o sexo (consentido) quem decide de fato é a mulher. Alguma dúvida disso?

Os homens consomem carros para ouvir o ronco do motor? Em partes, mas essencialmente para impressionar uma mulher com seu status. Para impressionar uma mulher não basta o carrão, tem que ter (na cabeça do homem) o emprego dos sonhos (ou a promessa de), a força de Hércules, a inteligência de Einstein e o charme do Richard Gere.

Mesmo em relações aparentemente dominadas por homens a mulher dá o toque definitivo fazendo o homem achar que a decisão foi dele.

Na dança quem conduz o movimento é o homem, mas quem flui nele e faz o charme do movimento é a mulher. A referência é ela, seja sua parceira ou sua mãe. É em torno do mundo feminino que orbita o universo masculino. Seria ela demoníaca, maldosa ou manipuladora? Longe disso, ainda que algumas se comportem abertamente assim.

Para onde isso leva as relações amorosas, eu não sei desconfio, mas certamente não é o homem que tem a palavra final disso.

 

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Frederico Mattos é um homem apaixonado, sonhador nato, psicólogo provocador, escritor de um não best-seller e empresário. Adora contar e ouvir histórias de vida. Nas demais horas medita, faz dança de salão, Muay Thai, lava pratos e escreve no blog Sobre a vida. No twitter é@fredmattos.

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Consultoria de Moda

abril 23, 2012

Com as informações que o H. me passou no primeiro contato {leia mais}, nos encontramos para a primeira conversa pessoalmente.

O propósito aqui era entender melhor as necessidades, as barreiras, as frustrações, o cotidiano e as situações de maior dificuldade na hora de vestir, os objetivos de vida e onde a Consultoria de fato se encaixava.

A conversa serviu também para entender as expectativas em relação ao meu trabalho de Consultora de Moda e ter uma idéia mais ampla do projeto que eu iria apresentar.

Conversamos por um hora, fiz perguntas do tipo:

- O que mais te incomoda no seu guarda-roupa?

- Qual a maior dificuldade em se vestir

- Que imagem você quer passar?

- Quando você vai às compras?

- Qual a última vez que fez compras? O que sentiu?

- Para quem você se veste?

- O que gosta de usar?

Entre MUITAS outras. Falamos de homens que ele admira quanto ao estilo. Pedi que ele comprasse algumas revistas masculinas e selecionasse as roupas que gostasse e o porquê, enviei fotos de modelos vestindo diferentes estilos. O próximo encontro será no guarda-roupa dele. Literalmente.

Esta foi a impressão que ele ficou do encontro:

SURPRESA

Foi uma experiência positivamente marcante poder falar sobre o tema “vestir-se”, com alguém com a empatia, o carinho e o conhecimento da Juliana. Eu não sabia que poderia ser tão gostoso navegar e fluir por esse assunto. Agradável surpresa!

DÁ TRABALHO

Para definir a roupa que vou usar, em cada dia e em cada uma das várias ocasiões ao longo de um dia, tenho meus gostos e minhas dúvidas, meus preconceitos e meu estilo, meus confortos e desconfortos. E, sinceramente, isso dá trabalho! Por menos que eu quisesse pensar nisso, dá trabalho, pois, afinal, vestir-se é escolher que gama de recados não-verbais queremos agregar às nossas relações interpessoais. E não escolher esse “pacote” já é uma tremenda escolha.

UNIVERSO PARALELO

Mas o que eu faço com tudo isso? Geralmente a saída que arranjo para lidar com esse “universo paralelo” a tudo o que já tenho que realizar no meu dia-a-dia é olhar para o conforto, a adequação e a disponibilidade do meu guarda-roupa. E muitas vezes, é aí que começam os problemas…

RITUAIS

Eu definitivamente quero ter mais alegria para lidar com esse “item”, que está presente em absolutamente todos os segundos do meu estado de vigília, durante toda a minha vida. Basta eu estar acordado e o tema está lá, influenciando o meu viver de alguma forma: conforto, desconforto, adequação, inadequação etc. E é assim em qualquer lugar do Planeta: até os aborígenes têm seus rituais para a escolha da vestimenta ou das pinturas…

PERSONALIZADO

Durante minha (agradabilíssima) conversa, a Juliana deixou bem claro que, de fato, queria conhecer meu estilo e o fez com muita delicadeza e propriedade.

Eu me senti ouvido e acolhido. Ela me tranquilizou nos meus desconfortos e percebi que o que muitas vezes vivencio é algo bem natural, e não um problema da minha pessoa. Foi confortante saber que muita gente também tem dificuldade de comprar “uma mera” (nas minhas palavras) calça jeans. Confortante!

A ARTE DA ESCOLHA

Depois a Juliana me falou um pouco sobre a arte da ‘escolha de compra’ de peças que ampliam o horizonte na hora da ‘escolha do vestir-se’ e fiquei com bastante vontade de aprender a jogar bem esse jogo. Inspirador!

PRÓXIMOS PASSOS

E por fim, ela me deu um panorama dos próximos passos. Motivante!

Saí da 1ª conversa com vontade de realmente trilhar o caminho de me aprofundar a trabalhar, de maneira bem saudável, o binômio “eu mesmo – as roupas que visto”.

Estou me sentindo muito bem com tudo isso.

Obrigado pela oportunidade de aprender com você e sua experiência, Juliana.

H.

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